COPS da Asmodée ganha Grog d’Or

O site françês Guide du Roliste Galactique voltou a premiar este ano o melhor jogo, livro ou universo de RPG de 2006. A escolha recaiu sobre o COPS (da editora gaulesa Asmodée).

COPS é um jogo de RPG que nos descreve um futuro próximo, onde o crime impera na recém-nascida república da Califórnia. Um departamento especial da polícia foi criado para lutar contra a disseminação de gangs, traficantes de drogas e corrupção. É uma vida difícil a dos polícias desta unidade que se vêm no centro de violência diária, exposição mediática e pressão política… Será que tens o que é preciso para ser um dos COPS?

Outros jogos nomeados este ano pelo Guide du Roliste Galactique foram:

Sou só eu ou assim de repente vejo EUA como o principal produtor de RPs? já pegavamos no nosso poderoso potencial nacional e davamos-lhes uma coça, assim na onda de Aljusbarrota.

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Mas não há dúvida nenhuma de que são os EUA os principais produtores. Foi de lá que veio o primeiro grande RPG (não sei de onde vem o primeiro digno desse nome, mas também deve ter sido de lá), e a tradição foi continuada. Não por ser tradição, mas por haver mercado. Não sei qual é a percentagem de população americana que joga RPGs, mas deve superar a europeia em muito.

Valha-nos que agora ultimamente se começa a ver umas coisas farncesas e alemãs que têm, á primeira vista, muita qualidade. Já tinha visto este COPS há algum tempo, quando pesquisei pelo mercado europeu de RPGs, e pareceu-me algo muito cool e descontraido. Não cheguei a sacar nada dele, mas a quantidade de livros editados para ele surpreendeu-me. Será que algum dia cá vai chegar, e se chegar, será que vem traduzido?


Light allows us to see, Darkness forces us to create...

 

Hey, :)

Não é tanto a percentagem, que eu não acredito que seja assim tão diferente, mas a quantidade bruta de gente que existe por lá.

Os belos dos 250 milhões a falar a mesma língua e com acesso ao mesmo mercado, dão sempre jeito.

Nós por cá na Europa, também temos gente, mas a língua é uma barreira. (Como toda a gente sabe, traduzir RPGs não é brincadeira...)

Ah, mas os grandes designers de jogos de tabuleiro são todos, todos, Europeus, eheh. Ao menos temos algo de bom por cá!

Portugal é que acho que não tem (ainda?) motivos de orgulho em nenhuma área deste estilo, mas pronto... temos vinho, chouriça e febra/sardinha assada com fartura para comer durante os jogos, e só isso já basta, eheh.