o blogue de Verbus

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Tian Xia Parte I - A China e o RPG

Tive o meu primeiro contacto com a ficção chinesa quando ainda estava na primária, em finais dos anos 70, quando passou na televisão uma série que em Portugal, na altura, chamaram Lin Chung o Justiceiro. Mal sabia eu que se tratava de uma adaptação de um dos quatro romances clássicos da literatura chinesa, The Water Margin (Se alguém conhecer o título consagrado desta obra na língua de Camões, faça o favor de mo transmitir. Receio que nem haja, sequer…). Na altura, na minha perspectiva de menos de 10 anos de idade, fiquei fascinado pelos combates e pelas capacidades quase mágicas (algumas mesmo literalmente mágicas) demonstradas pelos protagonistas.

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As regras da arte

Os comentários feitos à minha entrada anterior sobre Actual Plays puseram-me a pensar sobre mais uma (há tantas!) linha de demarcação, ou de divisão de opiniões, entre os roleplayers, que é sobre a importância e o papel das regras nos RPGs. Posto simplesmente, o espectro parece ir do extremo “as regras não interessam para nada, a gente deita-as fora e deixa que o GM improvise como quiser” ao “o jogo são as regras, e as regras são o jogo, e se alteras uma vírgula não estás a jogar aquele jogo”.

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Actual Play: Narrativo ou Mecânico?

"Hello, folks, I'm Kurt Weigel and welcome to Game G..."

Ui, desculpem, esse é outro gajo!

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Jérôme D'Alembert - Um conto

Numa altura em que estava mais ocioso do que o costume, puz-me a escrever uma pequena história protagonizada pela minha personagem de Savage Worlds of Solomon Kane. Aqui a partilho convosco...

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Feng Shui RPG é um jogo "Indy"!!!

Sendo a definição de jogo "Indy", como me indicou o sábio J.R. Mariano, é um jogo cujos direitos são detidos pelo seu autor e não por nenhuma empresa, eu e o Dwarin verificámos que o deão dos jogos de acção, o nosso amado Feng Shui RPG, é um jogo perfeitamente independente, por os respectivos direitos serem todos de Robin D. Laws, que os licenciou à Atlas Games para publicação. E esta?

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[Adventure!/Castle Falkenstein] Contrução de personagens, Domingo 7 de Janeiro de 2007

Olá camaradas!

Estão convidados a aparecer por minha casa no domingo dia 7 de Janeiro de 2007 pelas 15 horas, para fazermos personagens de Adventure!.

Em alternativa, e devido a uma thread que iniciei nos fóruns da RPG.net e que está a gerar algum sucesso, fiquei com muita pica de mestrar Castle Falkenstein. Se quiserem mudar parao Sec. XIX de Fantasia com Dragões, Zepellins e fadas, onde o Sherlock Holmes e Sir Arthur Conan Doyle tomam chá juntos e o Capitão Nemo discute as suas façanhas com Robur o Conquistador, tentando ludibriar os esquemas de Júlio Verne, Ministro da Ciência de Napoleão III, avisem-me.

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A razão porque continuo a assinar a revista Pyramid...

... chama-se Suppressed Transmission, e é a coluna irregular que lá mantém o Ken Hite desde algures no século passado. Só o facto dela aparecer vale os US$25 que pago anualmente pela inscrição da revista. Para além dos livros editados pela Steve Jackson Games, eu consegui recolher a íntegra da coluna e mantenho-a guardada em PDF no meu disco rígido, e vou aumentando o volume com cada coluna que sai.

O Ken Hite é fantástico e mágico - a sua coluna trata de história alternativa, história secreta, conspiração, terror e weirdness. Como disse me Tim Power, a quem ofereci os livros, cada artigo dava para um romance ou dois (Ken é também grande fã de Tim - foi graças ao Ken, ao Greg Stolze e ao John Tynes que cheguei a conhecer o Tim Powers, quer literariamente quer pessoalmente - mas isso fica para outro blogue). Um dos temas tratados na Transmission é uma análise das peças de shakespeare como se de rituais mágico/alquímicos se tratassem. Já gostava de Shakespeare antes, com toda a sua dificuldade, mas com as análises de Ken, fiquei vidrado. Na coluna de hoje, trata da peça Henrique V. Um ritual, nada menos, de unificação alquimica das Ilhas Britânicas em fogo - no fogo da guerrra. No Halloween, Ken costuma mostrar-nos os "Pesadelos de Clio" - para os que não tiveram uma educação clássica, Clio é a Musa da História. Nestes, há sempre algo que correu Horrivelmente Mal algures na história e ficámos com um mundo... terrível. Uma possibilidade - o Dracula infecta a família real inglesa com vampirismo, tornando-se no Principe consorte da Rainha Victoria (baseado no romance Anno Dracula), ou, devido às manipulações de um Terrível Sábio Oriental, os mortos da WWI e da Gripe Pneumónica levantam-se em 1919 e só o enclave do Dr. Herbert West nos montes Apalaches consegue travar o assalto dos mortos vivos. Isto são só amostras de memória, e estão longe de ser as melhores.

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A Era da Aventura

Para quem joga comigo aos domingos, e para quem mais quiser, estão convidados a fazer personagens de pulp para termos umas aventurinhas à antiga. Em princípio irei usar o Adventure!, uma vez que é o que tenho mais presente, podendo também usar o GURPS Cliffhangers - e se entretanto chegar o Spirit of the Century pelo correio e o ler, poderemos usá-lo também - escolha do freguês. Há outros sistemas com opções para pulp, mas não estou familiarizado com eles.

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Anúncio de Início de Campanha - Unknown Armies

A campanha de Kult do amigo Miguel Ângelo "Nietsche" Ribeiro está a correr bem, mas antevejo que dure pouco tempo. Talvez duas ou três sessões mais, quatro, nunca mais que cinco. Enfim, aqui ele e o Ricardo Madeira (que o conhece bem) é que podem estimar quantas sessões serão. Quando essa campanha acabar, gostaria de começar a minha de Unknown Armies.

Essa será aos Domingos à tarde, na minha casa (que fica ao pé do Instituto Superior Técnico) das 15:00 às 19:30. Se é para ser semanal ou quinzenal é coisa para discutir aqui. Entre as pessoas que convidei e outras que se ofereceram para jogar encontram-se:

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Greg Stolze

Estando eu a discutir a minha campanha de UA na mailing list do mesmo jogo, obtive muito boas colaborações de um Sr. Chris Cooper. Mas hoje, que orgulho! o GREG STOLZE, co-autor do jogo, deu-me um bitaite CRUCIAL para a campanha.

Que orgulho!