D&D 4ª Edição já em 2008

Retrato de jrmariano

Se forem neste instante à página de D&D da Wizards encontram isto, uma página com um cronómetro rodeado de dados a mostrarem 4s e "4ADVENTURE" como titulo. O que significa isto?...

Bem, parece que em Maio de 2008 a Wizards of the Coast vai editar o Dungeon & Dragons 4ª Edição!

Já saíram dois comunicados de imprensa que confirmam esta suspeita:

Wizards? escreveu:

August 16, 2007 (Renton, WA) – Whether you storm a mad wizard's tower every week or haven't delved into a dungeon since you had a mullet and a mean pair of parachute pants, one thing is certain - millions of D&D players worldwide have anticipated the coming of 4th Edition for many years. Today, http://theminiaturespage.com/man/wotc/ at TMP">Wizards of the Coast confirms that the new edition will launch in May 2008 with the release of the D&D Player's Handbook. A pop culture icon, Dungeons & Dragons is the #1 tabletop roleplaying game in the world, and is revered by legions of gamers of all ages.

The 4th Edition Dungeons & Dragons game includes elements familiar to current D&D players, including illustrated rulebooks and pre-painted plastic miniatures. Also releasing next year will be new web-based tools and online community forums through the brand-new Dungeons & Dragons Insider (D&D Insider) digital offering. D&D Insider lowers the barriers of entry for new players while simultaneously offering the depth of play that appeals to veteran players.

The 4th Edition rules emphasize faster game play, offer exciting new character options, and reduce the amount of "prep time" needed to run the game. D&D Insider includes a character creator that lets players design and equip their D&D characters, dungeon- and adventure-building tools for Dungeon Masters, online magazine content, and a digital game table that lets you play 24/7 on the internet — the perfect option for anyone who can't find time to get together.

"We've been gathering player feedback for eight years," said Bill Slavicsek, R&D Director of Roleplaying and Miniatures Games at http://theminiaturespage.com/man/wotc/ at TMP">Wizards of the Coast. "Fourth Edition streamlines parts of the D&D game that are too complex, while enhancing the overall play experience. At its heart, it's still a tabletop game experience. However, D&D Insider makes it easier for players to create characters, run their games, and interact with the rest of the D&D community."

http://theminiaturespage.com/man/wotc/ at TMP">Wizards of the Coast will release two 4th Edition preview books in December and January — Wizards Presents: Classes and Races and Wizards Presents: Worlds and Monsters. The first live demos of 4th Edition will happen at the D&D Experience gaming convention in Washington D.C. in February 2008. The full scope of 4th Edition books, miniatures, and adventures will be available in the spring and summer of 2008.

Since its first release in 1974, the fantasy roleplaying game Dungeons & Dragons has taken millions of players on imaginary adventures of epic scale. Today, D&D is universally regarded as the original game that created the roleplaying game category, and the inspiration for generations of game designers. D&D is enjoyed by millions of players worldwide, while countless more remember it with fond nostalgia.

E mais...

Gleemax escreveu:

Hello All.

The announcement of 4th Edition is a pretty big event for all RPG fans. It's a huge event for all of us at Wizards of the Coast, including WotC staff and our WizO support team. We understand that this is something many of you are going to feel very passionate about in a number of ways.

We've created this forum for few reasons. We want everyone to have a single discussion forum where they can get answers and information directly from the D&D staff. We also want to prevent the other forums from being overwhelmed with 4E posts to the point that it drowns out any of the natural discussion in those areas. Additionally, I want to have a single forum where our community can post their hopes, fears, concerns, and dreams about 4E. This will make it easier for the D&D staff to read community feedback, and to (hopefully) provide a lot of answers to your questions.

The WizOs will be moderating this forum and others. They are acting on the direction of Wizards of the Coast, so if you're upset with their moderation, please don't take it out on the WizOs. Their goals will be clear: Keep 4th Edition discussion in the 4E forum. This might mean locking threads and/or moving posts.

If you have concerns, questions, or issues about the forum moderation taking place after the 4th Edition announcement, I've created a thread here where you may discuss your concerns.

Finally, please try to be respectful in your posts and comments. Be nice to other posters, the WizOs, and WotC staff. The WizOs will be enforcing all Code of Conduct rules on all forums as usual.

If you have any suggestions or ideas on how I can do a better job of helping to facilitate communication between the D&D Staff and the Community, I've created a thread here.

Thanks!
-Mike
__________________
Mike Lescault
Online Communities Manager
Wizards of the Coast
Host of Gamer Radio Zero
Gamer_Zer0 is offline Report Post

A ver....

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Retrato de smpb

I knew it!

Hah! Eu sabia. Com a história toda do Star Wars Saga Edition um anúncio destes não podia estar longe.
Que abuso.
O que raio é suposto acontecer às toneladas de material de 3rd Edition que continuam a lançar?
Bem, de qualquer forma, the clock is ticking...

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Sérgio
Draconus Dictum - Roleplay, diários de campanha, comentários e não só.

Retrato de Rick Danger

novidades?

A minha primeira impressão é que, ou esta edição vem demasiado cedo, ou não deveriam ter feito a versão 3.5 - acho que estão a renovar a gameline em ciclos demasiado curtos. A ideia que me dá é que a WotC, comprada pela Hasbro, esteve indecisa em relação ao que fazer com o seu aclamado RPG e forçaram-se a publicar uma meia-versão para mostrar que ainda conseguiam vender material. O inconveniente é que agora a 4a edição não parece tão impressionante quanto poderia ser se estivéssemos a aguardá-la desde a 3a.

Isto não é necessariamente mau. O que verdadeiramente me preocupa é a falta de criatividade que parece estar a afectar a WotC. Espero que, à medida que se fõr sabendo mais, se revelem coisas novas que justifiquem chamar a isto uma nova edição. Do que eu vejo até agora, destaco:

  • Miniaturas, enfim, assumam-se as miniaturas. Já tinha mandado as minhas bocas sobre isto e, de facto, a WotC não surpreende. Tudo indica que, depois deste período de transição, as miniaturas são oficialmente um produto de RPG, tal como os livros.
  • Digital Initiative, enfim, assume-se a DI :) outra notícia da qual só se esperava a confirmação. É óptimo melhorarem o apoio aos jogadores em todo o mundo, disponibilizando ferramentas de jogo, mesas online e conteúdo das revistas oficiais, mas isto é algo que se pode fazer independentemente de lançar uma nova edição ou não.
  • Algumas melhorias em resposta ao feedback recolhido entre os jogadores, nomeadamente, um sistema mais simples de jogar que permita ser mais fácil e rápido preparar sessões. Isto é, para já, a verdadeira novidade de 4a edição, sendo que pode ser só marketing ou pode ser, de facto, algo estruturalmente diferente.

Dependendo do que mais se vier a saber, talvez seja desta que eu compre D&D, talvez não :) Mesmo que o jogo esteja melhor, com as miniaturas e o acesso internet, acaba por ser cada vez mais caro.

Retrato de Rui

Bitaites

Toda a razão, mas acho que o 3.x foi um passo necessário para várias coisas:

1-sair da confusão que era o AD&D
2-com a OGL dar oportunidade (para o bem e para o mal) a várias empresas de surgir e publicar coisas
3-agitou certamente o mundo do mercado do rpg, aumentou a qualidade estética dos livros, e subiu a parada com isso

Agora, minis: eu (também) já venho a dizer há uns tempos (desde que comprei o livro dos Fighter's em 2001 +/-) que o D&D 3.x é um jogo de minis, que às vezes aparece com uns pózinhos de rpg. A 4ª ed. e o Star Wars saga vêm mostrar que, pelo menos para a WotC, o futuro está nas minis. Compreende-se, é uma forma de ganhar guito; veja-se o sucesso dos Clix's, por exemplo; minis pré-pintadas para jogar rpg, basta pegar numa e começar a jogar. E eu estou convencido que quando dizer "sistema mais rápido de preparar" eles querem secretamente dizer "rolas numa tabela para fazer a dungeon e noutra para meter os monstros e numa terceira para meter os tesouros"; espero estar enganado quanto a isto, no entanto. O giro, é que esta versão do D&D vai ficar parecida com o jogo introductório que se fez quando o 3.0 saiu, aquele que era para se jogar no mundo do Diablo, estão lembrados?

Pois a WotC diz minis, eu continuo a dizer cartas, o Ryan Dancey diz fujam dos MMORPG; eu acho que isto vai vender como ginjas, e encher os bolsos dos senhores corporativos, contentes em nos (genericamente falando) dar o que nós queremos: passar uma tarde a matar monstros, se possível com minis já pintadas.

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To crush your enemies, to see them driven before you, and to hear the lamentations of their women.
-Noddy, Lord of Darkness

Retrato de jrmariano

Mais detalhes (mecânicas, ilustrações, distribuição)...

Mais sobre o "sumo" da coisa aqui.

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

Retrato de Rick Danger

épico

jrmariano escreveu:

Mais sobre o "sumo" da coisa aqui.

Repetindo aquilo que já foi noticiado, este link também revela a incorporação de epic levels nos livros-base. Mais alguém acha que eles se deviam se preocupar em melhorar o jogo a partir de nível 10 antes de lhe porem logo mais níveis em cima?

Retrato de Demonknight

Espero bem que nao seja o

Espero bem que nao seja o advento da 4ª Edição mas enfim... depois da morte anunciada da Dragon Magazine e da Dungeon Magazine isto agora...

Que ano!!!

"I think i´ve had an evilgasm!"

Retrato de Rick Danger

adventus: "chegada", do verbo advenire: "chegar a"

Demonknight escreveu:

Espero bem que nao seja o advento da 4ª Edição mas enfim...

"Advento" como em "chegada"? Sim, 4a Ed sai a Maio de 2008. Não percebi se achas bem ou mal :)

Retrato de Demonknight

Rick Danger escreveu:

Rick Danger escreveu:
Demonknight escreveu:

Espero bem que nao seja o advento da 4ª Edição mas enfim...

"Advento" como em "chegada"? Sim, 4a Ed sai a Maio de 2008. Não percebi se achas bem ou mal :)

Acho mal, penso que a 3.5 atinge bem os propositos e está bem afinada para se jogar, resta ver o que trará esta proxima, e esperar que nao seja apenas mais uma jogada comercial...

"I think i´ve had an evilgasm!"

Retrato de smpb

Na verdade...

Demonknight escreveu:

depois da morte anunciada da Dragon Magazine e da Dungeon Magazine isto agora...

Depois da morte anunciada da Dragon e da Dungeon isto é, claramente, o acontecimento mais óbvio. Junta a isso o lançamento de settings com novas edições, o cancelamento de outras settings, o surgir do Gleemax em par com os rumores do que ai vem para substituir o vazio deixado pelas já referidas revistas, e por ai fora, era claro que algo ainda maior estava para acontecer. Não há surpresa nenhuma aqui. Resta saber é o resultado final.

Estou de acordo com o Rick Danger e o Rui, acho que estamos a chegar ao real ponto de fusão entre o D&D clássico e as miniaturas. O que vai resultar disto não é mais do que uma experiência streamlined onde vão existir duas vertentes claras: Os de que querem somente rolar uns dados e matar "exércitos" de criaturas de uma forma competitiva, e os que querem enveredar pela mesma acção mas num contexto de bons contra os maus inserido numa história maior.
Tudo opções pelas quais se pode enveredar de uma forma rápida e simples para uma tarde de jogo.

Demonknight escreveu:

resta ver o que trará esta proxima, e esperar que nao seja apenas mais uma jogada comercial...

Ai é que está o cerne da questão. Isto é uma jogada comercial. Pura e simples. O objectivo, claramente, é rejuvenescer o hobby, torná-lo mais atraente e abrangente. Acima de tudo, é torná-lo mais simples e directo no seu propósito para não alienar tantos potenciais jogadores com a sua complexidade e a atingir um mercado cada vez mais vasto.

Imaginem o cenário: Expansões de Miniaturas + Suplementos de setting e roleplay options aliados a cada uma dessas expansões = $$$$
Claramente uma formula "Magic: The Gathering" com miniaturas e roleplay à mistura.

Mas será mesmo assim tão mau? Não me espantava. Para já, estou cautelosamente céptico.

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Sérgio
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Retrato de Nazgul

Parece efectivamente ser

Parece efectivamente ser oficial a 4th edition de D&D e como eu já tinha dito numa outra thread aqui no Abreojogo, aparentemente terá uma componente que possibilita que se jogue online, assim uma espécie de jogo de computador...

:(
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Evil never dies, it just waits to be reborn...

Retrato de Rui

A mim parece-me mais que é

A mim parece-me mais que é um apoio a GM's e jogadores:

Citação:

In addition, there will be a suite of DM tools—experience calculators, a dungeon tile mapper, etc.—to help the most overworked players in gaming get their campaigns running in record time, and private pages for the DM to post information on the world for his group to access.On the PC side, an official character generator will let players design the character they want to play, save it and print it out at any organized play event, which will make organizing such events a lot easier and may—hopefully—spur a resurgence of organized RPG play. Players will also be able to create an exact representation of their character’s look through the character generator much like you might in an MMO, and then use a custom-tailored “virtual mini” of that character on D&D Insider’s most exciting offering, the virtual game table.

Mas vai também permitir que várias pessoas espalhadas pelo Mundo consigam jogar na mesma party:

Citação:

“What we really like about this is that with a lot of groups, after college the group breaks up, never to see each other again. Well now you can call each other and log into D&D Insider and play on the D&D game table. And suddenly your groups that have been gone for 10 years can get back together and play with each other.”

Não me parece nada mal; é uma das coisas que o grupo de D&D onde jogo tem vindo a pedir há carradas de tempo.

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To crush your enemies, to see them driven before you, and to hear the lamentations of their women.
-Noddy, Lord of Darkness

Retrato de jrmariano

Mais info na revista Wizard...

Aqui.

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Retrato de Rick Danger

e o que é que tu achas jrmariano?

Não ponhas só os links :) diz qualquer coisa.

jrmariano escreveu:

Aqui.

Neste belo artigo da Wizard Universe, as três "novidades" de que falei no primeiro post são um pouco mais aprofundadas:

Miniaturas
É a fusão declarada entre o jogo das figurinhas de plástico e o RPG. As regras passam a ser as mesmas, D&D 4th Ed corresponde ao D&D 2.0 Miniatures. Resta saber quão mais necessário será o uso deste material adicional a partir das novas regras.

D&D Insider
É o regresso das E-Tools online, mais o alojamento de páginas para cada grupo, mais uma virtual gaming table, mais as novas Dragon/Dungeon, tudo por uma subscrição semelhante a um MMO. Isto já começa, de facto, a ficar caro. A maior parte deste material online deveria ser de acesso gratuito para quem comprasse os livros.

Novos Conteúdos
Verifica-se que, de facto, haverão mudanças estruturais, com classes e raças a serem trocadas para fora e para dentro dos livros-base. Algo me diz que os fãs de halflings rangers vão ficar sem personagem ;) Existem também regras diferentes para a recuperação de habilidades/feitiços e a inclusão dos últimos acrescentos que fizeram aos fighters para ficarem mais equilibrados com o spell-casters.

Retrato de jrmariano

Bem...

Eu acho que é uma boa ideia inevitável. Andei a ler umas coisas há uns meses que sugeriam tudo o que a Wizards planeou para esta 4ª Edição: simplificar as regras e a preparação de jogo, ferramentas e distribuição on-line, uso claro das miniaturas, gaming organizado, etc.

Fico contente que tudo isso vá para a frente e acho que vai ter sucesso comercial pois vai fazer entrar mais gente no jogo, dar-lhe ferramentas, vender-lhes mais livros, reintroduzir jogadores velhos (que agora apesar de não terem tempo podem jogar on-line). Não sei contudo é como as outras editoras vão reagir a este avanço pois acho que não têm, ainda, os meios para as implementar. Talvez a White Wolf, pertencendo à CCP do EVE Online consiga concorrer mais facilmente, mas devem estar a pensar trabalhar mais no jogo MMO de WoD como competição nesse campo do que o resto.

Não acho descabido o preço da assinatura (mais ou menos 7 euros) pois permite jogar o jogo sem miniaturas on-line e incentiva uma certa qualidade nos conteúdos, não só da Dragon e Dungeon, como da integração do feedback dos consumidores nas futuras regras. Além de que o jogo poderá sempre ser só jogado com livros e sem miniaturas (dependendo claro do engenho dos jogadores). É engraçado não se falar em livros estritamente electrónicos (com a evolução de preços em PCs portáteis e wireless) pois o foco em livros analógicos ainda é o melhor para contornar a pirataria. Mas parece que vão permitir consultar on-line os livros sem fazer download... Parece-me bem!

Contudo acho que a inovação nas regras ainda não vai ser progressiva o suficiente para tornar a 4ª edição tão significativa como foi a 3ª apesar de compreender que os objectivos comerciais são diferentes e esta tenta manter mais jogadores da edição anterior e reconquistar os jogadores da 2ª e da 1ª (basta ver as ilustrações menos "dungeonpunk" e o foco em simplicidade que leve ao "easy adventuring gaming fun".

Na minha opinião, ainda existem artefactos e escolhas arbitrárias de design que afectam a jogabilidade e o potencial de um jogo de fantasia de RPG de conflitos tácticos e a experiência divertida que este poderia dar. Não constatei ainda nenhuma menção à escrita de um texto de jogo que explique melhor "como se joga D&D" e que o ajude a fazê-lo. Espero que esteja enganado e que seja isso que aconteça!

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

Retrato de Rick Danger

regresso ao pasado

Sim, apesar de tudo, o capitalismo funciona e a empresa que tem mais dinheiro é aquela que continua na linha da frente dos RPGs. Ninguém pode negar a qualidade das últimas publicações - mesmo que o conteúdo seja muitas vezes questionável - e é esse mesmo capital que vai servir para criar este D&D Insider.

Acho que é bom a WotC ter como objectivo recuperar o mais possível todos os jogadores antigos e põr toda a gente a jogar quarta edição. Se levarem esse propósito a sério, têem mesmo que ter conta todo que feedback que receberam nos últimos anos e publicarem uma edição com regras sólidas e apelativas. No entanto, se for verdade a notícia que vão tirar do livro base algumas classes e raças, já estão a chatear os jogadores mais antigos, aqueles que estão colados à mesma personagem há mais de vinte anos.

jrmariano escreveu:

Na minha opinião, ainda existem artefactos e escolhas arbitrárias de design

Já agora, queres dar algum exemplo do que queres dizer aqui? Julgo que estás a fazer referência a coisas como um teste de percentagem (!) para estabilizar os pontos de vida e coisas assim.

Retrato de jrmariano

Talvez...

Rick Danger escreveu:

Já agora, queres dar algum exemplo do que queres dizer aqui? Julgo que estás a fazer referência a coisas como um teste de percentagem (!) para estabilizar os pontos de vida e coisas assim.

Sim e não só... Mas acho que o que eu possa dizer escapa ao tópico em discussão. Se quiseres sempre se pode abrir nova thread. :)

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

Retrato de smpb

Sobre a remoção/substituição de conteúdos

Rick Danger escreveu:

... No entanto, se for verdade a notícia que vão tirar do livro base algumas classes e raças, já estão a chatear os jogadores mais antigos, aqueles que estão colados à mesma personagem há mais de vinte anos...

É verdade sim. Vão trocar raças (tirar umas dos livros base e colocar lá outras) e remover algumas classes expandindo as que "sobram". Não tenho ainda grande opinião sobre essa decisão, só mesmo com o resultado final à vista é que posso tirar conclusões, mas compreendo o teu ponto de vista. De qualquer forma, é certo e sabido que dê por onde der eles nunca iriam agradar a gregos e a troianos. E para além disso, se há jogadores colados a personagens à tanto tempo, dificilmente os vejo a se sentirem obrigados a mudarem. Podem não o fazer de todo. Ou fazê-lo progressivamente.
Toda essa questão de "remoção", para variar, é uma questão de perspectiva. As coisas podem sair de um livro base, mas surgem mais cedo ou mais tarde noutro secundário para colmatar a falha. É mais uma ideia de objectivos e de foco, do que a eliminação completa de conteúdo.

Como já disseram aqui um sem número de vezes, é o capitalismo na sua máxima força. Sim, as coisas possivelmente estarão melhor, mas no fim de contas trata-se de vender os mesmo livros vezes e vezes sem conta a exactamente as mesmas pessoas.

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Sérgio
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Retrato de Psygnnosed

Não vale a pena

Não vale a pena estarmos a ser "profetas da desgraça".

A meu ver, 4ª Ed. chega na hora certa e é uma aposta que prova que a WoTC é bem mais inteligente que a maioria das editoras de jogos convencionais!

Há quantos anos jogamos nós D&D? 10? 15? Somos todos ultra veteranos! Quando é que saiu 3.0? Há 8 anos...

Há 8 anos não havia World of Warcraft, não havia mega jogos de computador, nem havia sequer a comunidade de internet que existe nos dias de hoje. Caramba, há 8 anos ainda nem havia Baldur's Gate!!!! :)

Esta aposta da WoTC não é para nos cativar A NÓS, é sim para cativar os putos mais novos, para irem buscar os adolescentes que estão neste momento a "vegetar" em frente ao WOW e afins. É uma foma "híbrida" de ter o RPG convencional com o "novo mundo da era digital".

Bolas, eu quando comecei a jogar D&D usava papel quadriculado... acham que os putos hoje em dia vão usar papel quadriculado para fazer combates??? Uma porra é que vão! Ou têm ferramentas na net com bons gráficos e com "a papinha toda feita" ou então: "man... tipo... ouve... pá... prontos... baza pró WOW".

 

Isto é Darwinismo no mais puro estado: "Survival of the fittest"! :)

 

Deixem os putos com os bonecos na net, e nós, velhos rezingões, com as mesas atulhadas em papéis, mapas, contadores e etc...

Se pelo caminho, nós os velhos ainda conseguirmos ir pescar uma ou outra funcionalidade que nos poupe trabalho... O PSY fica feliz!

 

"A minha pátria é a língua Portuguesa!" - F.P.

Retrato de The_Watcher

Em cheio

Ah ganda Psy, em cheio como sempre!

Acho que tens razão no que dizes, até porque tenho reparado que tem havido um crescimento dos jogos de miniaturas e de tabuleiro que não é de ignorar. Os RPGs andam a perder bastante para eles, pois até os paradigmas de diversão estão a mudar como tu disseste e muito bem, com os jogos de computador. Quando os jogadores de WoW do pc vão comprar o boardgame, entram num novo mundo. A WotC apercebeu-se disso, e admitiu que D&D é no fundo um jogo de tabuleiro com regras mais aprofundadas e que dá para fazer roleplay. Não estou com isto a menosprezá-lo, muito pelo contrário. Antes não gostava de D&D e agora acho-lhe muita piada. Antes simplesmente o via com outros olhos.

Acho que esta mudança vai trazer muita gente para o mundo dos RPG, e isso é sempre bom. Lembrem-se que é um produto para a juventude, e em poucos anos mudam os gostos todos. É só olharmos para nós e para os putos de hoje: nós gostávamos de grunge, eles adoram hip-hop!


Light allows us to see, Darkness forces us to create...

 

Retrato de Rick Danger

marketing

Psygnnosed escreveu:

Esta aposta da WoTC não é para nos cativar A NÓS, é sim para cativar os putos mais novos,

A intenção oficial da WotC está descrita no link da ICv2 (negritos meus):

Citação:

Marketing support will initially focus on migrating the existing player base, and then move to an acquisition strategy to re-activate lapsed players and acquire new ones.

Captar novos jogadores é sempre importante, mas estas re-edições frequentes permitem à WotC essencialmente vender várias vezes as mesmas coisas ás mesmas pessoas, o que é sempre dinheirinho seguro.

Retrato de smpb

Não é só inteligência...

Psygnnosed escreveu:

... A meu ver, 4ª Ed. chega na hora certa e é uma aposta que prova que a WoTC é bem mais inteligente que a maioria das editoras de jogos convencionais! ...

Não diria que seja uma questão de ser uma editora mais inteligente. Simplesmente é uma editora com muitos mais recursos (financeiros primariamente, entre outros), o que lhe permite ter uma estratégia diferente (e bem mais ambiciosa) do que outras.

Pensa, por exemplo, nas implicações da Digital Initiative da Wizards. Só no dia em que a contagem decrescente no seu site acabou, o número de acessos foi de tal ordem que o site esteve offline durante horas. Só por ai há a possibilidade de começarmos a extrapolar os recursos necessários para manter activo algo como as mesas de jogo virtuais para milhares (senão mesmo milhões) de jogadores em todo o mundo paralelamente. É um esforço que se equipara aos abundantes MMORPGs (embora com um intuito diferente) e simplesmente incomportável para uma qualquer outra editora.

A Wizards tem, de facto, pessoas de grande talento a trabalhar no seu cerne, mas não duvido que outras editoras também não tenham iguais (senão mesmo maiores) talentos nas suas fileiras. Mas não nos podemos esquecer que, no fim de contas, a Wizards joga num campeonato muito diferente das demais.

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Sérgio
Draconus Dictum - Roleplay, diários de campanha, comentários e não só.

Retrato de Rick Danger

mais novidades, em resumo...

Estas são várias regras novas que foram noticiadas:

RPG.net escreveu:

1. Characters will go to 30 levels in the PHB rather than 20.

2. There will be racial levels ala Savage Species, or racial feats and talent trees of some sort. Either way, your race will have impact beyond a few ability score adjustments and some first-level powers.

3. Talent trees will be used.

4. Fighters will play differently based on their primary weapon choice. Examples include swords being allowed to make multiple attacks at lower levels (3rd at highest), hammers being more effective based on Con score, and spears being able to "go past AC" (probably ignoring certain types of AC bonuses).

5. Book of 9 Swords-style maneuvers and stances will be in core, most likely for fighters.

6. Also, the "christmas tree" effect, whereby characters are loaded down with magic items, buff spells and other magical effects was one of the designers' goals to remove.

7. Multiclassing is going to be significantly changed or possibly even removed.

8. The encounter is going to be the basic unit of play and encounter design will receive some sizeable revamping. One thing WotC is looking at having DMs decide how much total xp an encounter should and then "buying" monsters with that xp. In addition, there will be several types encounter, including chases and social encounters. There are going to be some actual mechanics to back these up.

9. Alignment is also going to different, and probably have a much reduced role. It will still play a role, but Andy Collins expressed a great deal of dislike for the current system.

Com a WotC presente no GenCon, já existe também informação nova sobre o setting de base, que não vai ser o Greyhawk original:

Citação:

I think a bit of Iron Heroes has bled into the game. Not things like Tokens and what not, but the idea of islands of civilization surrounded by a sea of lawlessness and savagery will be big in the "assumed" setting. "Points of light in a dark world," as JohnC said. There will be no great and powerful kingdoms of goodness and justice to bail civilization out. The average Joe doesn't stray far from the path, venture out onto the moors, are walk through the fog - there are Bad Things out there. The setting sounds like it won't be Greyhawk, or, if it is, it will be much reduced.

Em relação ao conteúdo novo (para não estar só a dizer mal das miniaturas) tudo isto parecem ser boas notícias, especialmente, na minha opinião, as novas regras para encounters e a nova abordagem em relação ao ambiente.

Retrato de jrmariano

quote="RPG.net"]In addition,

RPG.net escreveu:

In addition, there will be several types encounter, including chases and social encounters. There are going to be some actual mechanics to back these up.

Regras sociais desenvolvidas e focadas para apoiarem encontros dessa natureza? Finalmente! Boa, Wizards! :)

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando PessoaD

Retrato de smpb

Já agora, mais detalhes.

Rick Danger escreveu:

Estas são várias regras novas que foram noticiadas:
...

Tens um resumo bastante bom que abarca essas e outras informações publicado por um individuo nos fóruns do Gleemax aqui. Eu dei-me ao trabalho de destacar os elementos que acho mais importantes enquanto que a comunidade brasileira apressou-se a traduzir o mesmo conteúdo (embora de uma fonte diferente) para "Português".

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Sérgio
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Retrato de Rick Danger

a ler

smpb escreveu:

Eu dei-me ao trabalho de destacar os elementos que acho mais importantes

Excelente resumo, obrigado. As mudanças podem não ser revolucionárias mas são extensas. A única coisa que está perto de ser uma alteração fundamental são as novas regras para encontros.

Retrato de Rick Danger

"I grapple the troll..."

Como já falamos, a dimensão da WotC permite-lhe fazer coisas que mais nenhuma empresa consegue. Nem a White Wolf, nem a AEG, conseguiriam fazer uma promoção com um vídeo desta qualidade.


A partir deste vídeo, fala-se da possibilidade de existir uma nova classe, o "Warlord" que vem indicado para o dwarf aos 03:31.

Retrato de Nazgul

4th Edition

Após ter digerido sei lá quantos videos no youtube e ter lido o pouco que se sabe sobre a nova edição, devo dizer que não estou especialmente entusiasmado.

Ainda é cedo para tirar conclusões sobre muita coisa mas embora a ache interessante, a ferramenta d&d insider não faz parte do meu cardápio, ainda por cima a pagar...
Não creio que alguma vez consiga tirar o mesmo prazer a jogar em frente a um monitor do que frente a frente, presencialmente com os jogadores, por muito bons que sejam os graficos e a jogabilidade do sistema online. Prefiro não jogar.

Restam-me assim a alterações às mecânicas do jogo, ainda por revelar na sua maioria.
Do pouco que se sabe, algumas coisas fazem sentido, outras são irrelevante e outras acho disparatadas, mas como estamos numa fase tão inicial é melhor aguardar pelo que aí vem...

Como disse o jmariano:

"A ver..."

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Retrato de Rick Danger

sensatas, irrelevantes ou disparatadas

Nazgul escreveu:

Do pouco que se sabe, algumas coisas fazem sentido, outras são irrelevante e outras acho disparatadas, mas como estamos numa fase tão inicial é melhor aguardar pelo que aí vem...

Curiosamente, acho que estão a revelar já bastante informação, sendo que também ajuda o facto de estarem a anunciar já a nova edição no GenCon deste ano. Claro que, até os livros estarem nas nossas mãos, vai sempre haver especulação, mas grande parte do que se sabe já é oficial.

No entanto, compreendo a apreensão por parte do pessoal que já tem catrefadas de material de AD&D + 3th + 3.5 e tem longas campanhas ainda a decorrer. Desta vez, não vai haver qualquer guia oficial para fazer conversão de personagens, os representantes da WotC sugerem mesmo começar do início.

Retrato de Nazgul

Info

Podes indicar onde já há bastante informação revelada?
Tudo o que vi no youtube, wizards/gleemax e nos diversos links que já foram postos por aqui ,tudo me parece vago e com muito pouca informação definitiva lançada.

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Evil never dies, it just waits to be reborn...

Retrato de Rick Danger

aqui

Nazgul escreveu:

Tudo o que vi no youtube, wizards/gleemax e nos diversos links que já foram postos por aqui ,tudo me parece vago e com muito pouca informação definitiva lançada.

Toda essa informação, vaga mas definitiva, vem da WotC. 30 níveis, novas regras para encontros, talent trees, tudo isso está confirmado.

Retrato de Nazgul

Ok

Pensava que soubesses mais qualquer coisa.

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Evil never dies, it just waits to be reborn...

Retrato de Demonknight

E é altura da malta ir

E é altura da malta ir devorando cada bocado de informação que aparece em busca de alguma petita, até agora do que já li agrada-me a possivel mudança, mas claro só mesmo na Hora H é que se saberá se irá agradar a todos (e nao irá consegui-lo claro, basta ver o forum da WOTC para ver isso mesmo).

Acho porreiro o facto de as raças terem um melhor papel no desenvolvimento do personagem.

Mas infelizmente pelo que eu vejo a compatibilidade entre 3.5 e 4.0 será muito pouca... e o anuncio deles está giro sem duvida, mas gozarem com o proprio produto que ainda vai lançar n livros no mercado? Hello!!!!

Enfim, agora é mesmo esperar para ver.

 

Até lá... GAME ON!

 

 

"I think i´ve had an evilgasm!"

Retrato de jpn

Regras para encontros

A ideia das sessões se dividirem numa série de encontros mais interlúdios, e haver maneiras de resolver rápidamente o que se passa nos interlúdios, cheira-me a conflict resolution fora dos combates... Algo que funciona mto bem em D&D na minha opinião, e era porreiro ver nas regras e interpretado pelos próprios designers, em vez de metido por mim às três pancadas :)

Retrato de Rick Danger

os encontros como unidade narrativa

jpn escreveu:

A ideia das sessões se dividirem numa série de encontros mais interlúdios, e haver maneiras de resolver rápidamente o que se passa nos interlúdios, cheira-me a conflict resolution fora dos combates...

É verdade que estão anunciadas novas regras para encounter design e - se bem que isso tem sido confirmado no GenCon - ainda não encontrei nada que fosse no sentido de conflict resolution (concordo que seria bom). Para já, o que parece é haver regras próprias para social encounters e dynamic battlefields, ou seja, julgo que haverá maior variedade no tipo de encontros que o DM pode construir. Eventualmente, toda a sessão poderá ser uma sucessão de encontros de combate/sociais?

Retrato de Rui

Encontros

A mim não me parece nada mal; à primeira vista, parece-me ser fazer coincidir as regras de CR de monstros, com as de combate social, para que sejam todas escaláveis, o que é bom.

[modo bater no ceguinho]Isto é para que seja mais fácil dar XP por bater nos monstros, ou aborrecê-los de morte.[/modo bater no ceguinho]

--~~--

To crush your enemies, to see them driven before you, and to hear the lamentations of their women.
-Noddy, Lord of Darkness

Retrato de smpb

"So, what's THAC0 again?"

Demonknight escreveu:

Mas infelizmente pelo que eu vejo a compatibilidade entre 3.5 e 4.0 será muito pouca...

Nessa vertente eu digo: Ainda bem!
Se é para mudar e evoluir, ao menos que seja real, que passe para lá das intenções. Para já parece que é esse o caminho para onde querem enveredar e que a nova edição vai ser realmente diferente. Falta saber é se é um diferente 'bom' ou um diferente 'mau'.

Retro-compatibilidades, seja em que formato forem, geram sempre problemas. Novas versões herdam sempre alguns dos problemas base das anteriores precisamente porque tentam ser compatíveis. Às vezes é positivo quebrar o molde e partir numa direcção nova.

Demonknight escreveu:

e o anuncio deles está giro sem duvida, mas gozarem com o proprio produto que ainda vai lançar n livros no mercado? Hello!!!!

Eu por acaso achei piada ao facto de passarem a mensagem de que evolução é sempre necessária através da sátira. Dê por onde der todos aqueles que jogam ou jogaram D&D já passaram por aquelas situações exactamente, ou algo semelhante. E que atire a primeira pedra quem nunca gozou com precisamente algumas daquelas limitações.
No entanto, há coisas que me fazem confusão naquele sketch. Por exemplo, qual é a cena com o narrador Francês?

"Ze game weel remein ze saem. ZE GAEM WEEL REMEIN ZE SAEM!!!!"

O gajo é assim um bocado para o irritante com o seu sotaquezinho claramente exagerado. Não percebi, decididamente, a ideia nesse caso. Enfim, não devo ser cool o suficiente para captar a mensagem...

De qualquer maneira, o primeiro gajo a queixar-se do grapple check no segmento de 2003 ("What?!") é super parecido com o Jay do Clerks. Pormenor totalmente irrelevante, mas a expressão do gajo enquanto eles estão à procura das regras sobre o grapple é priceless. :)
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Sérgio
Draconus Dictum - Roleplay, diários de campanha, comentários e não só.

Retrato de Demonknight

Odiei o francês, estava a

Odiei o francês, estava a pensar, mas que raios... já o segmento sim tem piada, especialmente pq todos nós ja mergulhámos à procura da regra x para a situação y

 

 

"I think i´ve had an evilgasm!"

Retrato de Nazgul

Este exemplo de um combate

Este exemplo de um combate com um dragão, para um sistema que supostamente deverá ser mais rapido e fácil deixa-me apreensivo...

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Retrato de Rick Danger

discretamente revolucionário

Já tinha dito, e acho que uma das coisas que está a ser mais interessante de especular é a nova abordagem em relação aos encounters, pois pode afectar estruturalmente como se processa uma sessão de D&D.

De certa forma relacionada, há uma citação de um dos designers que explica como, a partir de 4th Ed, todas as classes vão ter habilidades que podem usar at will, per encounter e per day. Pondo de parte o que isto representa para os fighters e para os wizards, a mim chama-me a atenção a referência a algo em D&D que seja "per encounter". Isto está perto de ser revolucionário. Pela primeira vez, pode acontecer que as mecãnicas do pai dos RPGs contemplem um conceito narrativo! Algo que não vai ser medido nem em turnos, nem em horas, nem em dias - uma cena no sentido da história que está a decorrer. Isto corre o risco de explodir com as cabeças de alguns hardcore gamers :)

Nazgul escreveu:

Este exemplo de um combate com um dragão, para um sistema que supostamente deverá ser mais rapido e fácil deixa-me apreensivo...

Porque o dragão toma demasiadas acções? Bom, este é um ancient dragon, por isso deve ser o combate da vida deles. A que nível será isto? Já agora, reparaste como o clérico ataca e cura ao mesmo tempo?

Retrato de Nazgul

Rick Danger escreveu:

Rick Danger escreveu:

Isto corre o risco de explodir com as cabeças de alguns hardcore gamers :)

Ou será implodir? :)
Parece-me que apenas vai deixar de ser medido em dias, turnos e rounds para ser medido em encounters, rounds e dias...

Rick Danger escreveu:

Porque o dragão toma demasiadas acções? Bom, este é um ancient dragon, por isso deve ser o combate da vida deles. A que nível será isto?

Sem dads concretos não se pode fazer um aanalise mais concreta mas parece que para um sistema que supostamente vai tornar o jogo mais fácil de jogar (em especial para o DM) parecem-me tão ou mais complexas do que o mesmo combate feito com as regras actuais.

Pode também ser apenas impressão minha ou um receio da minha cabeça explodir...

;)

Rick Danger escreveu:

Já agora, reparaste como o clérico ataca e cura ao mesmo tempo?

Sim reparei, muito ao estilo MMO nada a meu gosto...

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Retrato de The_Watcher

Nazgul escreveu: Sim

Nazgul escreveu:

Sim reparei, muito ao estilo MMO nada a meu gosto...

Para mim este é um ponto fulcral: tenho notado muita coisa que aparece normalmente em MMORPGs, e a que os jogadores deles estão habituados. Pode parecer sacrilégio para os jogadores antigos, mas é a medida perfeita para atrair novos jogadores e ir apanha-los aos MMOs. Dásse-lhes qualquer coisa familiar e eles ficam logo contentes. Quantos de vocês conhecem gente que foi para RPGs vindos de MMO? Eu não conheço nenhum, e não faltam adaptações de MMOs no mercado.

Eles estão mesmo a adaptar o conceito de diversão do jogo para algo mais actual, e isto é se querem mesmo aumentar a base de jogadores. E pode ser dificil mas temos de admitir: são os MMOs que estão a dar cartas no campo dos RPGs de massa, e os outros perdem cada vez mais.


Light allows us to see, Darkness forces us to create...

 

Retrato de Psygnnosed

Eu também confesso que o

Eu também confesso que o artigo do confronto com o dragão não me entusiasmou muito... parece-me rigorosamente a mesma coisa que 3ª edição mas trocando o nome de alguns movimentos e sequências...

Em suma, parece-me o mesmo, mas em vez de ser dividido em segmentos, passou a ser "free actions" ao estilo reacção em cadeia...

Se é apenas isto, qual é a vantagem de passar de 3.5 para 4.0?

 

"A minha pátria é a língua Portuguesa!" - F.P.

Retrato de Rui

Não é 100% a minha opinião...

...mas aqui comenta-se que D&D devia ser mais como WoW. Destaco:

Criação de persos mais simples (faz-se só o boneco, pode-se copiar isto com templates costumizáveis)
Aprende-se a jogar no meio do jogo (com os tutoriais, assim que se começa a jogar, está-se a aprender; não vê isto em nenhum rpg, é preciso ler o manual e/ou aprender com quem já saiba)
Progressão rápida nos níveis (numa hora chega-se a nivel 5, o que demora várias sessões em D&D; isto também pode ser alterado facilmente)
Protecção de nicho de personagem (há razões para haver aquele tipo de personagens, é preciso o tanque, o dps'er, o crowd controler, etc; em D&D há 2 profissões: as que fazem dano e as que curam)

Opiniões?

--~~--

Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar.

Retrato de LadyEntropy

Algumas coisas têns razão,

Algumas coisas têns razão, mas isso dos niveis n faz sentido. Lembra-te que segundo os especialistas de WOW o jogo só começa a nivel 70... e qual é o nivel máximo para D&D? Base, é 20. Com epic levels.... 40? 60?

Retrato de Rui

Eu acho que é porque passas

Eu acho que é porque passas os 1ºs níveis a aprender como se joga. Em D&D (e nos outros jogos) não é assim.

Já agora, iniciei esta discussão, que é pertinente.

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Retrato de Demonknight

Se quisesse que D&D fosse

Se quisesse que D&D fosse mais como WOW ia jogar D&D Online.

Acho que em D&D tu há aprendes a jogar no meio do jogo, aprendendo com quem há sabe é justamente no meio do jogo com uma personagem simples, nao é devorares livros de regras antes.

Sou contra a progressao rapida dos niveis, acho que até em 3.X já se progredia demasiado depressa, para tornar o jogo num, vamos ver quem chega mais depressa ao nivel 40? nao, obrigado

A protecção do nicho das personagens já existe, e nao há apenas 2 profissoes, como enquadras um rogue? O papel é fazer dano? é que todas as personagens de D&D fazem dano... um clerigo pode curar mas é um dos que consegue fazer mais dano....

Dizer que só há quem faz dano e quem cura é tremendamente limitado..

Desde o inicio de D&D que há vários nichos de personagens e que se protege isso mesmo e esta edição pelo aspecto irá continuar com essa tradição e tentar melhora-la.

 

 

"I think i´ve had an evilgasm!"

Retrato de Rui

Hey, calma! :D

Isso foi o que eu destaquei do link! Lê o link! :D

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Retrato de smpb

Não, não e não

Rui escreveu:

...mas aqui comenta-se que D&D devia ser mais como WoW.

Acho mal. Acho errado.
Pondo de parte a questão de que um sistema mais parecido com um MMO iria atrair mais jogadores (não nego essa possibilidade) acho a ideia, numa palavra, idiota. D&D e WoW são coisas diferentes. São jogos diferentes com linhas em comum mas, definitivamente, com um paradigma totalmente diferente. Transformar D&D num tabletop WoW poderia aumentar as vendas mas iria desvirtuar o jogo completamente. Deixava de ser D&D.

Todas as alternativas que eles levantam nesse artigo vão contra tudo o que, fundamentalmente, um vasto grupo de roleplayers critica no D&D. São só soluções que procuram aumentar o ênfase da experiência ao nível de combates, da personagem no contexto do poder que tem e por ai fora. Uma campanha de D&D não é uma área do WoW. Não há raids em D&D. Não se vai matar o dragão xpto porque o gajo larga pedaços de equipamento.
O streamline de D&D não deve ocorrer para satisfazer uma necessidade básica de entretenimento instantâneo. Eu não jogo D&D, por exemplo, para subir de nível em 30m de jogo. A perspectiva do autor desse texto é simplesmente na procura de satisfação no jogo pela simples progressão da sua personagem. Não há uma única referência ao contexto de uma aventura ou de uma história.

A progressão de uma história num RPG é essencial e tão (ou mais) importante do que a pura progressão em termos de poder das personagens individualmente. A resolução de um conflito social ou o avançar de uma plot deveriam ser experiência equivalentes ao subir de nível. São eventos cruciais num contexto de um jogo como este.

Se D&D só serve para andar a matar bicharada num contexto de fantasia medieval, então ai sim, prefiro jogar WoW. Mas não acho que seja essa vontade, no seu cerne, que deve mover um jogador de D&D. São experiências fundamentalmente diferentes.

Tanta gente critica D&D por se ter tornado num jogo de combate táctico, artificial, com regras a mais, e com pouco espaço para progressão e interacção social nos mundos em que o jogo se processa. Porque é que há-de uma nova edição evoluir na direcção completamente oposta indo pisar os calcanhares de um formato muito mais adequado ao ambiente em que já se encontra enraizado (os computadores/consolas)?

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Sérgio
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Retrato de Rui

smpb escreveu: (...)A

smpb escreveu:

(...)A resolução de um conflito social ou o avançar de uma plot deveriam ser experiência equivalentes ao subir de nível. São eventos cruciais num contexto de um jogo como este.
(...)

Este é o ponto que me faz ter alguma esperança no novo D&D.

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Retrato de smpb

Somos dois!

Rui escreveu:

Este é o ponto que me faz ter alguma esperança no novo D&D.

Concordo, subscrevo, e assino por baixo.
Agora, não é aproximando D&D de coisas como WoW que se caminha nessa direcção. Não que eu esteja com isso a implicar que tu defendas tais mudanças, nada disso. Simplesmente quero reforçar a ideia de que acho que o que o tipo escreveu no post original que referiste é profundamente errado.

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Sérgio
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Retrato de LadyEntropy

Como jogadora de MMO, te

Como jogadora de MMO, te digo que nunca na vida consegui por a minha Defender a curar e atacar ao mesmo tempo. Raios, na maior parte das vezes, tenho medo de atacar porque me faz perder tempo com a animação e alguém acaba por morrer porque n estava só a curar.

Retrato de Psygnnosed

Não estamos todos a

Não estamos todos a misturar alhos com bugalhos?

Mas porque raio vemos necessidade de estabelecer paralelismos e analogias entre D&D (ou role-play convencional) com os MMORPG?

A meu ver, um jogo de computador é um jogo de computador! É algo onde se clica várias vezes, tem gráficos em movimento e som. E acaba por aí.

O que é que isso tem a ver com:

- convívio entre amigos que têm um gosto em comum;

- resolução de enigmas, armadilhas, combates, etc com apenas um lápis, um dado e alguma massa cinzenta;

- teatro amador onde posso fazer de anão bêbedo;

- escrita amadora de ficções baseadas nos nossos diários de campanha;

- 5, 6 ou 7 horas ao redor de uma mesa a comer batatas fritas e a beber coca-cola enquanto se atormenta o halfling da party;

e o mais importante de tudo...

- a insubstituível tradição oral que sempre acompanhou a evolução da humanidade e que está bem patente em D&D;

Querem passar a vida fechados num quarto a carregar esquizofrenicamente no botão esquerdo do rato? Epá... força nisso!

Agora podemos parar de uma vez por todas com as teorias de "eu sou mais cool do que tu porque jogo WoW e tu não"?

É apenas a minha muito-pouco-honesta-e-nada-humilde opinião!

 

(P.S. LadyEntropy, fiz reply no teu post por engano. Desculpa, não era uma resposta ao teu comentário, era apenas o seguimento da linha de racicocínio! Não é preciso mandares o Teddy Ninja espancar-me...)

"A minha pátria é a língua Portuguesa!" - F.P.

Retrato de Rui

Partilho da tua dor, mas...

Psygnnosed escreveu:

Agora podemos parar de uma vez por todas com as teorias de "eu sou mais cool do que tu porque jogo WoW e tu não"?

Isto surge de onde, camarada?

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Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar.

Retrato de Psygnnosed

LOL - Sem stress! Não

LOL - Sem stress! Não estava a criticar ninguém!

Foi apenas um exemplo, na onda de: "Ou pertences à minha tribo ou estás fora do sistema."

 

"A minha pátria é a língua Portuguesa!" - F.P.

Retrato de Rui

Certo ;-)

Por momentos pensei que houvesse alguma duvida nas minhas palavras: o texto não é meu, eu apenas o trouxe para a mesa! Para mim, a única vantagem que o MMO tem sobre o rpg, é que é mais fácil ver o que está a acontecer!

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Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar.

Retrato de Demonknight

Gostei da descrição do

Gostei da descrição do combate do dragão, e ao nivel a que parece ser (500 hp tinha o dragão...) se decorrer tão rapido como dizem maravilha....

Claro que houve várias coisas que me aguçaram o apetite, as várias reacções, o clerigo a atacar e a curar, enfim, vamos a ver.

Neste momento cada informação oficial que chega é devorada e analisada por mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo

 

"I think i´ve had an evilgasm!"

Retrato de smpb

Demonknight escreveu:

Demonknight escreveu:

Gostei da descrição do combate do dragão, e ao nivel a que parece ser (500 hp tinha o dragão...) se decorrer tão rapido como dizem maravilha....

Na verdade, o dragão tinha mais de 1000 hp:

WotC site escreveu:

He charges the dragon and manages to land a solid blow, dropping the dragon down below half its hit points.
...
But at least the dragon is below 500 hit points!

Ou seja, 500 é a metade.

É uma descrição interessante, mas não me parece exactamente mais rápido ou simples. Se eu for descrever por texto o que cada um faz no seu turno numa batalha em 3.5 também consigo ser assim tão sucinto (fighter ataca, 50 de dano, wizard lança fireball, 87936598374 de dano, etc etc etc). O real interesse está mesmo nas subtis mudanças que são aparentes. O caso da AC do dragão ser muito maior, a omissão de referência explicitas a ataques de oportunidade, o facto de o dragão não levar mais dano de certas energias, etc.
Não quer dizer, no entanto, que não esteja mesmo mais rápido e que as novas regras não venham mesmo mudar a qualidade da mecânica de combate. E de qualquer maneira, é sempre uma leitura interessante.

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Sérgio
Draconus Dictum - Roleplay, diários de campanha, comentários e não só.

Retrato de Demonknight

smpb escreveu:

smpb escreveu:
Demonknight escreveu:

Gostei da descrição do combate do dragão, e ao nivel a que parece ser (500 hp tinha o dragão...) se decorrer tão rapido como dizem maravilha....

Na verdade, o dragão tinha mais de 1000 hp:

WotC site escreveu:

He charges the dragon and manages to land a solid blow, dropping the dragon down below half its hit points.
...
But at least the dragon is below 500 hit points!

Ou seja, 500 é a metade.

É uma descrição interessante, mas não me parece exactamente mais rápido ou simples. Se eu for descrever por texto o que cada um faz no seu turno numa batalha em 3.5 também consigo ser assim tão sucinto (fighter ataca, 50 de dano, wizard lança fireball, 87936598374 de dano, etc etc etc). O real interesse está mesmo nas subtis mudanças que são aparentes. O caso da AC do dragão ser muito maior, a omissão de referência explicitas a ataques de oportunidade, o facto de o dragão não levar mais dano de certas energias, etc.
Não quer dizer, no entanto, que não esteja mesmo mais rápido e que as novas regras não venham mesmo mudar a qualidade da mecânica de combate. E de qualquer maneira, é sempre uma leitura interessante.

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Sérgio
Draconus Dictum - Roleplay, diários de campanha, comentários e não só.

True, tens razao, deveria ter quase na onda dos 1000 hp, já levas xp de bonus :)

A descrição parece-me boa, mas tal como dizes, se vamos a descrever cada coisa...

Mas o que mais gostei tal como tu foi mesmo as coisas implicadas ali, a falta de AOO, o clerigo a conseguir um critical e depois faz um heal, a quantidade de reacções a coisas feitas pelos adversarios (será o novo tipo de AOO? ), e tal como notaste, o desaparecer da vulnerabilidade a certas energias.

 

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Retrato de Rick Danger

raças + feats

In the final version of 4th Edition, most of your racial traits come into play right out of the gate at 1st level—dwarven resilience, elven evasion, a half-elf’s inspiring presence, and so on. As you go up levels, you can take racial feats to make those abilities even more exciting and gain new capabilities tied to your race. You can also take race-specific powers built into your class, which accomplish a lot of what racial substitution levels used to do: a dwarf fighter with the friend of earth power can do something that other 10th-level fighters just can’t do.

Retrato de The_Watcher

Estão a limitar a

Estão a limitar a personalização, mas ao mesmo tempo a darem características que normalmente nós não víamos nos personagens. Tornam-nas mais temáticas e menos genéricas com feats à mistura que podem ou não seguir um tema. Parece-me bem, deixa-se de escolher raça só para ter bónus no inicio.


Light allows us to see, Darkness forces us to create...

Retrato de Rui

A mim soa-me aos niveis de

A mim soa-me aos niveis de raça do Warcraft D20: em vez de se subir de nivel em Rogue, por ex, sobe-se em Dwarf, e ganha-se Strength, etc et al.

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Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar.

Retrato de Nazgul

Para relaxar...

http://ars.userfriendly.org/cartoons/?id=20070824

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WoTC e 4^edição

Depois de ver mil vídeos e ler triliões de posts em vários forums internacionais...

PRIMEIRO ESPEREMOS POR 2008 e 2009. Depois é que vai dar para avaliar totalmente o que nos espera com 4ª-edição.

Parece que a Wizards está a fazer com D&D aquilo que fez com o MTG (Magio the Gathering) cardgame. Actualizações muito rápidas, com pouco tempo de intervalo, em que as expansões anteriores ficam obsoletas e forçam os clientes a gastarem dinheiro para se manterem actualizados.

O dinheiro move toda e qualquer empresa privada, esta não é excepção.

 

Dizendo o que acabei de dizer, foco aquele que me parece o aspecto mais negativo de todo este panorama. Mas há coisas boas que advêm disto: 1- trazer mais pessoal para este jogo e outros semelhanteS; 2- cativar muita juventude o que assegurará que o jogo não morrerá por completo no futuro; 3- proporciona um streamline de novidades imparável todos os anos. No entanto, quem vai entrar ou "voltar" a "este" jogo não vão ser os que jogavam há 15 anos atrás. E se assim for, é mais pelas saudades e pelo apetite pela novidade do que pelas alterações em si.

Agora, muito sinceramente, eu acho que é um bocado cedo demais para 4ª-edição. Sobretudo porque apenas alguns dos mais recentes manuais para 3.5 serão compatíveis com 4ª (um exemplo é o Monster Manual 5, que está MUITO BOM). Apesar de existirem booklets oficiais para conversão de regras que se podem sacar de forma grátis, isso não é bem a mesma coisa. Eu sou fã de comprar e possuir livros originais, e gasto bom dinheiro nisso, se a Wizards insistir em tornar obsoletos os manuais a cada 4 anos vou ter que desistir e investir a 100% no material pirateado... É assim.

 

Para os jogadores e DMs, falando das alterações que aí vêm para 4ª-edição:

A grande maioria das alterações vem tornar o jogo mais roll-play do que roleplay, como tem vindo a acontecer nos últimos tempos. As coisas estão simplificadas, o papel de DM é diminuído, as progressões de personagem asemelham-se mais ao que existe em Warcraft e Neverwinter Nights, etc etc.

Obviamente que nesta fase se estão a anunciar as alterações menos polémicas, aquelas que os criadores dos novos sistemas julgam ter melhor aprovação por parte das comunidades... Mas não se fiem no que já se sabe (e que já é bastante apesar de tudo), e esperem pela errata OFICIAL para os manuais base, que deve sair em 2009 e vai ser garantidamente GRÁTIS E OFICIAL, downloadable no site da wizards.

COmentando aspectos em aprticupar: a progressão das capacidades dos personagens por árvore, tornando cada PC mais único e menos vulgar, parece-me bastante agradável. O facto de um lutador de arma X ter um tipo de capacidades totalmente diferente do de arma Y, bem como o mesmo personagem de raça Z ser igual em tudo ao personagem de raça W e acabar por ter resultados completamente direfentess também.

Já a questão dos skills... Fundir alguns, matar outros, torná-los algo menos complexo, etc... Enfim, o que faz falta aos skills é estarem afinados na perfeição em termos dos rulings e game-ballance, e não um princípio de morte anunciada como o que suspeito estar a ser proposto. Tremo só de pensar nas consequências de algumas coisas que já li acerca deles... Mas vou esperar para ver.

Em relação às fighting stances e outras coisas testadas no "Tome of Battle: The Book of Nine Swords": Bem, para quem conhece o livro e aquilo que traz, o comentário que apetece fazer é que tem coisas muito giras mas que rompem completamente o game ballance. E quem não o acha ou é munchkin até ao seu mais puro cerne ou então não tem o tico e o teco a carburar bem na cabeça. Se vão usar esse tipo de sistema, têm que rever tudo quando é classe dos outros manuais.

Para não tornar este post demasiado grande fico-me por aqui.

Retrato de Rick Danger

quem espera sempre alcança

JB_Mael escreveu:

esperem pela errata OFICIAL para os manuais base, que deve sair em 2009

Sendo um produto da WotC, já dou como adquirido as necessárias errata e as segundas e terceiras versões dos manuais de base em 2009 e 2010. Aiás, talvez achasse mais preocupante se a Wizards dissesse que não ia haver errata e que pouca coisa nova ia sair depois de 4th Edition.

Pessoalmente, acho que alguém como eu, que nunca adquiriu um único livro de D&D, vê esta nova edição com outra perspectiva do que os fãs que estão a comprar material desde Advanced.

Retrato de Nazgul

Rick Danger escreveu:

Rick Danger escreveu:

Sendo um produto da WotC, já dou como adquirido as necessárias errata e as segundas e terceiras versões dos manuais de base em 2009 e 2010.

LOL

Se soubesses a quantidade de livros que há de 3.5 onde foi prometida a errata e já lá vão, em aguns casos, 3 anos sem ver nada, provavelmente não dirias isso...

Em termos de D&D, a palavra de WotC é no minimo dúbia...

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o nazgul disse o que precisava ser dito

Obrigado Nazgul, por dizeres exactamente o que era necessário dizer acerca da WOTC e das erratas.

Há mais (bem pior) que se poderia contar acerca dos procedimentos da WoTC, mas não quero tornar este thread uma sessão de corte&costura acerca da WoTC... Há muitos forums internacionais que têm milhares de threads e posts acerca disso.

Mas acredita Rick Danger, tal como eu e o Nazgul já sabemos, vais aprender que a WoTC é mto manhosa no que toca ao que "deveria ser esperado sem ser necessário prometer" e à lealdade para com a comunidade de jogo.

 

Retrato de Rick Danger

a matemática da coisa

Desta vez, os designers de D&D disseram "menos simulacionismo nos meus monstros, se faz favor..." :)

Mathew Sennet escreveu:

Today I’m working on monsters (specifically on plugging in numbers), and I wanted to take a moment to share my excitement about how monsters are now being designed.

I said “plugging in numbers” because the monsters are fully designed except for all their associated numbers. We have some placeholders from a previous version of the math, but playtesting revealed that our old monster numbers (the key ones being attack bonus, AC, and damage) provided a slightly lackluster experience at the table. We rejiggered PC numbers and monster numbers to better achieve the desired result—fun—and now we’re going back in and fixing the monsters for the next round of playtesting.

Doesn’t that sound exciting?

Okay, well, it’s not that exciting. Hence my taking this break.

In the future we will know the appropriate range for the numbers of monsters at every level and for every role in combat (big brute in the front, the skirmisher that runs in an out of a fight, the artillery that stands in the back, and more). I’m excited for that day because that’s when monster design will become really fun.

It might sound crazy, but most of the monsters designed for 3rd edition are designed with only a hazy understanding of what numbers are appropriate. Monster design is dictated by the math and rules of design, rather than the math and rules serving a fun play experience.

In 3rd edition, if I want to design a monster, one the first decisions I must make is creature type. Creature type has tremendous ramifications. If I choose fey, the monster might have half the hit points and miss three times as often as the dragon I create that has the same number of hit dice.
One of the next things to do is pick ability scores, and this is done based largely on comparative basis. Strong as a cockatrice? Wise as a phantom fungus?

Monster abilities are often a seemingly logical collection of elements already designed for the game. Is it big with tentacles? Well then, it must have improved grab and constrict foes. Is a magical beast that stalks prey? Then it probably has scent and a camouflage power. Is it a demon or devil? Don’t forget to give it a dozen spell-like abilities it will almost never use. . . .

Then, after making a bunch of decisions and completing the design, you then attempt to discover the creature’s CR. Maybe it’s about as strong in a fight as a manticore but has twice the hit points. Maybe it’s as fragile as a pixie, but deals twice the damage. Maybe it looks a lot like three different monsters, each with a different CR.

Thankfully, we use a tool here at Wizards of the Coast that provides target numbers based on type and CR, and we can build the 3rd-edition monster in it to get close to those numbers. Yet even that process is crazy. We end up jumping through dozens of hoops set up by the rules of monster design. If I don’t use all the monster’s skill points, it’s “wrong.” If I give it more than the “correct” number of feats, I have to explain that it has a bonus feat. And don’t even think about putting that ogre in full plate without advancing it enough to gain the Armor Proficiency (heavy) feat.

Good grief. I want to design a cool monster, not wrestle with the system for hours.

Thankfully, 4th edition is doing it completely differently. Monsters are being designed for their intended use: as monsters. We’re not shoehorning them into the character system and hoping what comes out works in the game. Of course, they look alike in many ways and use the same game system, but now the results matter, not the rules for minutiae.

When I designed monsters for the 4th edition Monster Manual, I thought first about what level the PCs should generally be to fight the monster and the role in the combat the monster would occupy. Then I devised the cool new attack mechanic the monster should have given its flavor and role. Then maybe I thought of a unique defense power, and maybe another attack power. And then I was pretty much done. The numbers and exactly how it gets there, or varies from the standards, are the last step.

Before we had all the system math worked out, I just ignored that last step. But when we have that math finished—and it’s verified by playtesting—it’ll take a matter of a few minutes to work them out for a monster. All the complex and time-consuming details of feats, skills, creature type, and so on are now simply details and swiftly decided upon.

Da mesma forma, que 4th Ed introduz o conceito de encounter como unidade narrativa, também as criaturas são criadas de acordo com o papel que têem a desempenhar na história e não tanto por aquilo que "faz sentido" ou "é suposto". A revolução continua :P

Retrato de Nazgul

ROLE

De cada vez que leio esta palavra na informação que sai a conta gotas da WotC, sinto um arrepio pela espinha...

Rick Danger escreveu:

Da mesma forma, que 4th Ed introduz o conceito de encounter como unidade narrativa

Queres elaborar?

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Evil never dies, it just waits to be reborn...

Retrato de Rick Danger

encounter como unidade narrativa

Nazgul escreveu:

Queres elaborar?

Percebeste o que eu queria dizer quando falei disto acima?

Rick Danger escreveu:

De certa forma relacionada, há uma citação de um dos designers que explica como, a partir de 4th Ed, todas as classes vão ter habilidades que podem usar at will, per encounter e per day. Pondo de parte o que isto representa para os fighters e para os wizards, a mim chama-me a atenção a referência a algo em D&D que seja "per encounter". Isto está perto de ser revolucionário. Pela primeira vez, pode acontecer que as mecãnicas do pai dos RPGs contemplem um conceito narrativo! Algo que não vai ser medido nem em turnos, nem em horas, nem em dias - uma cena no sentido da história que está a decorrer. Isto corre o risco de explodir com as cabeças de alguns hardcore gamers :)

Tendo se entretanto confirmado que os encounters vão incluir regras para combates sociais, a sessão, em princípio, poderá ser uma sucessão de encounters que vão construindo a história, ou seja, eles tornam-se uma unidade narrativa.

A parte que pode fazer confusão a muita gente é que a duração de um encounter é um conceito relativo à história, não é um conceito praticamente absoluto como turno, ronda ou dia.

Retrato de Nazgul

Encounters

Sinceramente, e infelizmente, duvido que incluam combates sociais, pelos menos significativamente diferentes do que já existe em 3.x.

Claro que se estiver enganado será muito bom!

Agora relativamente à duração de um encounter ser um conceito relativo à história, não vejo as coisas assim.

Parece-me que ao usar encounters como modo de "medir temporalmente" os "encontros" é uma apenas uma maneira diferente de usar os rounds.
Nada inovador ou sequer revolucionário.

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Evil never dies, it just waits to be reborn...

"fazer sentido" pode ser mtas coisas

Eu diria que "fazer sentido" está ligado exactamente ao PAPEL que as criaturas têm a desempenhar na história.

Sempre fiz override às rules para poder dar um bocadinho mais e melhor flavour às aventuras. Se 4ª edição conseguir transformar as coisas de forma a que seja mais fácil e mais "legítimo" em termos de regras fazer com que isso aconteça: melhor.

 

No entanto, esta nova forma de considerar e criar os "monstros" também é a confirmação de que, como eles já tinham avisado, grande parte das criaturas dos MMs e outros manuais vão deixar de poder ser utilizadas como character classes. O que é pena, em certa medida. (por outro lado, se calhar até será benéfico, tendo em conta a quantidade de personagens idióticos que já vi serem criados... lol).

 

Retrato de Rick Danger

perdoem-me a semãntica, eu explico-me

JB_Mael escreveu:

Eu diria que "fazer sentido" está ligado exactamente ao PAPEL que as criaturas têm a desempenhar na história.

Eu utilizei a expressão no sentido contrário. Temos aqui este tipo de criatura, por isso "faz sentido" ter estes stats, estas habilidades e estas feats, porque é isso que "é suposto" esta criatura ter. O problema a que se chega é que se consegue uma simulação toda direitinha do monstro, mas depois ele não cumpre o "PAPEL" que devia cumprir em combate. Pior ainda, o DM não consegue perceber o que é que pode fazer com ele.

Retrato de Nazgul

Mais umas migalhas...

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