o blogue de Rick Danger

Retrato de Rick Danger

good to be a gamer

Actualizando a minha apresentação, neste Verão encontro-me a mestrar, para além da campanha "The Seasons Five" para L5R, a nocturna crónica "House of Cards" para Requiem, uma aventura para Star Wars entitulada "Rise of Mandalor" e uma tentativa de PTA, o famoso "Ars Magna". Para muita pena minha, não voltei a jogar Call of Cthulhu e acho que vou ficar só como GM durante uns tempos.

Tinha ficado de dar uma breve biografia da minha persona jogadora, o meu curriculum gamer.
Tudo começou, há muito tempo atrás, quando recebi de prenda um ZX Spectrum...
Ok, vamos passar um bocado à frente, depois do vício dos joguinhos e de me ensinar a jogar xadrez, fui ter ao famoso Magic: the Gathering. Isto é importante, não necessariamente pelo jogo em si, mas por descobrir muitos outros cromos como eu que gostam destas coisas.

Além disso, havia ainda muitas coisas a passar-se à volta das cartinhas, nomeadamente gente estranha reunida à volta de uma mesa a olhar para folhas cabalísticas e a atirar dados com demasiados lados.

Retrato de Rick Danger

The Quest for Autumn

"I cannot rest from travel
I will drink life to the lees
I am become a name
For always roaming with a hungry heart
Much have I seen and known
And drunk delight of battle with my peers

Retrato de Rick Danger

Requiem for a Dream

Há uns tempos que tenho uma campanha experimental de Vampire: the Requiem a dar os primeiros passos. Com algumas dificuldades, tem corrido bem, às vezes mesmo quando pensaria que a iniciativa iria por água abaixo.

As personagens são mortais que foram agora embraced em sessão. O único livro que se usou, para já, foi o core do novo WoD. Cheguei a pegar já no próprio Requiem, mas pensei para mim mesmo: "Ricardo, tu sabes perfeitamente o que é que queres fazer deste jogo. Vais estar a ler um setting do princípio ao fim à procura de confirmação para o que podes ou não fazer?" Além disso, eu já sei que há muita mais liberdade dada ao Storyteller neste novo Vampire. Peguei na fantástica cidade de Londres, inventei o background que me dava jeito e a "organização" entre vampiros que cumpre com os objectivos da história.

Retrato de Rick Danger

GNS - Um caso prático

Imaginemos, hipoteticamente, que eu tenho um grupo dos meus melhores jogadores e que tento ter uma ideia da sua orientação G/N/S.

Imaginemos que eu suspeito com bastante convicção que eles são, essencialmente, Narrativistas, mas com uma formação Gamist acentuada. Isto porque dar-me-á a ideia que, mais do que tentar fazer sentido com o personagem (o que seria Sim), eles jogam para aquele momento X ou Y em que podem revelar W ou Z acerca da sua personagem. A história e os seus intervenientes servem apenas o propósito de fazer acontecer algo significativo na sessão.

Agora imaginemos que a tal tendência Gamist se traduz, obviamente não em munckinismo, mas na ideia de que esses momentos têem de ser "ganhos" ao mestre-jogo ou, por outro lado, são "perdidos" porque foi o mestre-jogo que fez acontecer as situações que ele pretendia.

Retrato de Rick Danger

para os fãs de Orpheus...

..ou para quem gosta de Wraith, fica aqui uma letra que eu fiz para a minha banda, baseada no belo conceito que a White Wolf cedo criou para fantásticas histórias de fantasmas. Em específico, aproveitei o background de uma das signature characters de Orpheus.

Já agora também experimento se está a funcionar a formatação html :P

Retrato de Rick Danger

primeiro post - apresentação

Para inaugurar o meu blogzito, deixem-me só apresentar-me, roleplayísticamente falando. Bibliografia fica para outra altura.

Neste momento, estou a mestrar duas crónicas de Legends of the Five Rings para praticamente o mesmo conjunto de jogadores. Usamos primeira edição com bastantes alterações feitas por mim, sendo que a storyline oficial é também marginalmente ignorada.

A primeira crónica já decorre há bastante tempo, atravessando vários conjuntos de parties. É, aparentemente, uma versão oriental das aventuras d'Os Cinco, ou até mais Triãngulo Jota. Os personagens são jovens samurais numa pequena província e lidam pela primeira vez com temas como dever, responsabilidade, sacrifício, amizade, etc. O senhor da província, um homem inteligente e generoso, permite explorar este tema de crescimento individual, pois não é o habitual mini-tirano japonês.

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