O diário de Violleta VI
Querido diário:
Vamos, finalmente, viver juntas! Estou radiante, já escolhemos o apartamento, num condomínio giríssimo, com vista para a baia. Tem uma sala que é a cara da Maggie e um jacuzzi de sonho, só é pena pertencer não ser só nosso. Já me estou a ver a chegar a casa à noite e enfiar no jacuzzi… Acho o sítio um bocado caro, principalmente porque ainda não arranjei emprego, mas a Maggie diz que ganha o suficiente para as duas e que está farta de viver sem mim. É uma querida e merece tudo, principalmente porque anda com problemas lá no emprego. Parece que há um cretino que anda atrás do lugar dela. Vamos ter que ser muito discretas durante uns tempos. Não que eu me importe, que nem sou nada de andar sempre agarrada e aos beijinhos, mas tenho pena por ela. Acho que é uma das razões que a leva a insistir nisto de vivermos juntas, o querer mais contacto físico, quando lhe apetece, sem ter que ter cuidado com quem está a ver. Só espero que não se torne demasiado cola, não tenho muita paciência para isso. No dia em que fomos ver a casa ainda vi um dos vizinhos do lado, o que vive no mesmo patamar que nós.
Acho que é com ele que partilhamos o jacuzzi. Sorriu-me e pareceu-me simpático, mas não deu para nos apresentarmos nem nada, porque comecei a ficar maldisposta e com frio, devo estar a chocar alguma. Ainda tentei chamar a Maggie, mas ela estava a pensar na decoração da sala e quando chegou ao patamar já não viu nada. Acho que foi por causa da indisposição ou algo assim, fiquei uns minutos que nem consegui pensar para a chamar. Perguntou-me quem era que eu pensava que tinha visto, (deve achar que estou a ficar maluquinha) mesmo sabendo perfeitamente que nunca reparo nas pessoas. Ela pode andar dias a fio com a mesma mini-saia que eu não dou por nada. No entanto ainda lhe soube dizer que era um homem alto, trinta e poucos anos, cabelo castanho terra, com uma ondulação muito ligeira nos lados, olhos castanhos que com aquela luz do entardecer pareciam um bocadinho verdes. Vestia uma camisa verde-seco que lhe realçava a cor dos olhos, com três botões desapertados e com uma t-shirt creme por baixo, da mesma cor das calças de algodão que tinha vestidas e uns sapatos verdes de lona com sola de borracha. Estava com pressa e chamou o elevador com o indicador direito ao mesmo tempo que me sorria e segurava o telemóvel na esquerda. E eu ali, a olhar para ele de boca aberta, sem conseguir sequer chamar a Maggie. Amanhã vou ao médico.
Geners, 1 de Junho de 2007
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RPG Geek
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em Segunda, 02/07/2007 - 17:46
Consegui, consegui, consegui!!! EEEEEHHHHHHH!!!!!!
Hum
em Segunda, 02/07/2007 - 22:02
Por alguma razão, esperava o Clive Owen.
--~~--
To crush your enemies, to see them driven before you, and to hear the lamentations of their women.
-Noddy, Lord of Darkness
A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador
Previsibilidade
em Segunda, 02/07/2007 - 22:14
Mas não teria a mesma piada, verdade?
PEDÓFILIA!!!!!!!
em Quinta, 05/07/2007 - 17:07
PEDÓFILIA!!!!!!!
Tenho mais 22 dias que o
em Quinta, 05/07/2007 - 17:08
Tenho mais 22 dias que o gajo... acho que tomem umas opçãoes erradas na vida...
Talvez tenhas razão...
em Quinta, 05/07/2007 - 17:22
...são os dois muito novos. 1974 foi um ano de fraca colheita. Ou não?
Não. --~~-- To crush your
em Quinta, 05/07/2007 - 19:39
Não.
--~~--
To crush your enemies, to see them driven before you, and to hear the lamentations of their women.
-Noddy, Lord of Darkness
A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador
Olha outro
em Quinta, 05/07/2007 - 19:42
Polulam!
Tás velho!
em Quarta, 11/07/2007 - 14:20
Tás velho!