E depois de uma brilhante sessão de Amber na quinta-feira, foi a vez de repetir a dose e deleitar-me com uma sessão de Primetime Adventures (ou PTA, prós amigos) na sexta-feira à noite. Este foi o episódio 1 (já que o anterior fora o episódio 0, o chamado episódio piloto).
Foram apenas três horas e meia. Não é que nós quiséssemos parar, a coisa apenas atingiu o seu fim natural, mas pronto. Deu para explorar completamente várias plotlines, lançar outras, jogar um episódio da série do princípio ao fim e gastar o orçamento ao produtor, que eu acho sinceramente que devia mandar uma carta para o Sócrates a pedir um subsídio para esta produção audiovisual nacional (que é a melhor série nacional de TV para aí desde o Duarte & Companhia e do Tal Canal). Foi realmente incrível (eu peço perdão, mas às vezes só consigo arranjar estes dois adjectivos, "brilhante" e "incrível"), e parece que foi desta que o João Mendes, o nosso produtor, conseguiu abrir aquela lata teimosa que tinha à frente, e nem sequer era a proverbial can of worms, era mesmo de delicioso leite condensado (ainda bem que o meu colega de jogatana, o Paulo, rei dos segundos sentidos e das metáforas sexuais, não costuma ler isto senão ia ser bonito, ia). Afinal a lata não era tão teimosa assim, parece que só ficou fechada uma sessão e meia, que correspondeu ao episódio piloto. Nem sequer foi preciso nenhum machado para a abrir, apenas alguma experiência hands-on e uma verdadeira enxurrada de bons conselhos na Forge em resposta às questões do João.