Macacos no mesmo galho

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Nesta nossa versão hermética de Mage misturada com Dresden Files, deixamos que coisas como soulgaze se mantenham e que os magos tenham problemas em usar tecnologia moderna, enquanto aproveitamos a ideia da Umbra ou as casas da Order of Hermes. Haverá mais algumas coisas que possamos transpôr?

Paradoxo é algo no qual se calhar não precisamos de pegar. A magia de Dresden está equilibrada sem precisarmos de dificultar as coisas aos magos.

Marauders e Nephandis são o tipo de personagens que podemos adaptar com base nos Aspects, nalgum tipo exclusivo de taumaturgia ou mesmo como sponsored magic.

Os paradigmas já eram uma questão complicada em mage e podem passar para dresden dentro da mesma dificuldade de concretização. Pode ser que os Aspects até dêem para personalizar a magia mais facilmente.

O Avatar é uma ideia que eventualmente pode ser adaptada se for preciso fazer-se sentir a influência de um avatar muito poderoso, mas não sei exactamente como. Os Aspects são bastante versáteis.

Ressonance, quintessence e nodes são outras coisas que podem ser encaixadas através dos Aspects ou talvez pelos enchanted items.

As esferas podem ser adaptadas para elementos de evocation ou tipos de thaumaturgy, é uma questão de ver se faz sentido uma personagem ter essa especialização.

Mais coisas? :) Como sempre, conto com a vossa ajuda para pegarmos nas regras e no setting e aproveitarmos todo o seu potencial.

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Retrato de Ikki chan

apoio moral

Por mto q queira ajudar n sei nada de mage. XD

Retrato de Rick Danger

"nada"?

Ikki chan escreveu:

Por mto q queira ajudar n sei nada de mage. XD

Podes já não te lembrar, mas já jogaste Mage desde o Porto até Nova York e as tuas personagens aprenderam coisas como o que é um avatar, um node, um paradigma ou paradoxo. Aliás, é nomeadamente por já teres um mínimo de experiência com Mage que é possível avançarmos para um contexto em que já não são aprendizes. Em particular, a tua personagem deve ser o mago que mais sabe de teoria da magia na cabal.

Sendo que já estás então um bocado esquecida, é melhor nõs conversarmos sobre estas coisas na próxima quarta-feira. Entretanto, devias ter ficado com o livro de Mage emprestado, mas podes ir vendo algumas cenas na net se googlares por "mage ascension".

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Eu sempre defendi que um

Eu sempre defendi que um "paradigma" é algo IC, não mecânico, logo deve ser definido sem preocupações com efeitos de sistema. O Avatar pode ser facilmente enfiado num Aspect. Ei, o John Dee é quase o Avatar da minha gaja.

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Eu Escrevi Um RPG Numa Semana!

Retrato de Rick Danger

da Tecnocracia

Já falamos sobre a "masquerade dos magos" e como fará sentido a Order of Hermes manter-se discreta, mas uma hipótese que nos esquecemos de considerar foi a inclusão da Technocracy neste setting.
Em termos de regras, não é nada de especial, basta os tecnocratas virem armados com enchanted items. Aqui, a questão é mesmo de setting e eu acho que pode ser interessante contar com estes antagonistas vindos da antiga Order of Reason. Podem não ter o paradoxo a ajudar-los, mas não deixam de ser um belo contraste em relação aos magos, dentro do clássico tema da guerra pela realidade.
Que vos parece?

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sopa de pedra

Muito sinceramente, acho q temos de decidir o q estamos a jogar.

É mage com o sistema de dresden? Se sim, ya tecnocracia fica mto bem; mas por favor, afastemos os vampiros, lobisomens e afins.

Se e para jogar uma misturada de coisas sobrenaturais, a tecnocracia esta um bocado de fora pq a luta n e pelo controlo da realidade, é por humano/ inumano.

Coisas a mais, na minha opiniao, faz com q nao nos centremos e joguemos verdadeiramente nenhuma.

Mas posso só estar a ser uma chata e tem todo o direito de m mandar passear! XD

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bacalhau com todos continua a ser bacalhau

Ikki chan escreveu:

É mage com o sistema de dresden?

Sim, vamos usar practicamente toda a magia de dresden mas nada do setting propriamente dito. Para já, temos construído todo o mundo hermético em que vamos jogar a partir de Mage e, neste setting, a tecnocracia existe não só para dar porrada nos magos (ou converter-los à sua causa), mas também para proteger a humanidade das perigosas criaturas sobrenaturais que fazem parte do World of Darkness. Aliás, um argumento que a Technocracy pode sempre atirar contra a Order of Hermes é que, a partir da sua vigilância constante estilo big brother, eles fazem mais para proteger a humanidade de possíveis ataques de vampiros, lobisomens, fantasmas e demónios do que os próprios herméticos que até consideram se não haverá nada de útil que se possa aprender a partir destas criaturas (ex: Tremere e Tytalus). Tecnocratas mais insultuosos poderão mesmo dizer que um mago é pior que um vampiro ou do que um lobisomem. É um traidor à humanidade.

Compreendo que não gostes de crossovers entre ambientes sobrenaturais diferentes, mas uma coisa é um fantasma visto do ponto de vista de Wraith e outra completamente diferente é um fantasma visto do ponto de vista de Mage. Como jogadora experimentada do velho World of Darkness, certamente te lembras que cada setting pega nas criaturas dos outros settings e usa-as para compôr a visão do mundo que o seu jogo pretende dar, o que não é o mesmo que uma misturada/crossover. Nomeadamente, o capítulo nove do Mage Revised inclui Vampires, Werewolves, Wraiths, Changelings e Hunters junto com os Marauders, Nephandi e Sendings. Especificamente, o livro aconselha que qualquer mago que se preze deve se manter afastado dos vampiros (veja-se o que aconteceu aos Tremere), avisa que os lobisomens são extremamente territoriais em relação a alguns nodes muito potentes que os magos gostariam de conquistar, etc.

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passando para a sobremesa

Chega de comida, nao? XD Prontus, se já estas convencido que queres a tecnocracia nao ha nada a dizer :)

Eu realmente disse que queria um jogo em guerra, por isso, venha daí mais um inimigo! :)

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ontem fiz um belo bolo de avelã com chocolate e framboesas :)

Entretanto, também falei com a Ana sobre isto e ela concorda com uma versão 'soft' da tecnocracia, mesmo que descendente da antiga Order of Reason. Acho que faz sentido quando não há paradoxo que ajude e também não queria aquela ideia que o big brother está em todo o lado, mesmo que possam haver magos mais paranóicos que acham que há inimigos em toda a parte.