Sou um jogador compulsivo. Sempre fui. Digo na brincadeira aos meus amigos que não me posso meter no poker senão nunca mais o largo.
A minha paixão por jogos de tabuleiro começou em criança, com o inevitável Monopólio, mas também o Petróleo, a Bolsa, o Ludo (que, não sei bem porquê, chamávamos o jogo de Nitiritz – devia ser um acrónimo de “não te irrites”) e sobretudo o Risco.