Personagens
Fistandantilos Gimneus, bardo humano. Fis é um bardo itenerante que aprendeu tudo o que podia do seu mestre, o bardo Bradius “Storysinger”. Ele é normalmente o centro de todas as atenções e gosta que assim seja. Ele é o individuo com conhecimentos e recursos que normalmente sabe sempre " algo sobre tudo"...
Após deixar o seu mestre para seguir o seu próprio caminho ele seguiu o caminho da noticias mais recentes...Dolmeus...
Kanadis, sorceror humano. Kanadis é um jovem agricultor que vive em Dolmeus. Apenas recentemente começou a entender as suas estranhas aptidões mágicas mas está confiante que as vai dominar na perfeição. Ele pretende proteger os seus pais, já idosos, dos estranhos eventos que estão a afectar a aldeia.
Pandora, humana guerreira. Ela tem uma aparência estranha para uma humana, cabelo prateado com pequenas riscas verdes, pele pálida e olhos completamente brancos. Com um aspecto élfico apenas a sua forma musculada e alta a trai como sendo humana. Foi criada pelos clãs elficos dos bosques de Adarion e segue uns perturbantes pesadelos, involvendo um monstro de metal e a sua irmã. Possui uma marca no seu corpo que partilha com a sua irmã, ambas estão ligadas por essa marca e por vezes entem o que a outra está sentir.
Seldaek,humano clérigo. Seldaek é um sobrevivente, ele não se recorda de nada da sua vida antes do seu 12º aniversario, ou por volta dessa idade. Ele deambulou pela savana seguindo uma voz que o guiava e essa voz trouxe-o a Dolmeus. Ele creceu lá, com uma velha humana de nome Rosaline, tendo tido diversas profissões; acricultura, pesca, caça, etc...
A voz nunca o abandonou, estando sempre com ele, guiando-o através da sua vida. Por volta dos 30 anos ele partiu para a floresta de Mineus e durante um mês conduziu um ritual que o transformou por dentro (justificação para mais tarde adquirir o template de Half-Dragon...), sempre guiado pela voz.
Após o ritual ele já não era um homem simples, ele era um clérigo e a voz revelou-se como o imortal Diamond (o Deus dos Good Dragons). Ele segue os seus sonhos de construir um templo em honra a Diamond no interior da floresta.
Thorgilfik, anão clerigo. Nascido nos Iron hills, a sudoeste de Illiolosti, Thorgilfik sempre foi um anão diferente dos outros e desde uma tenra idade sempre foi muito curiso com todo o que se relacionava com Kagyar (Deus do Anões), sempre a fazer todo o tipo de perguntas. Certo dia ele sentiu um estranho chamamento durante o seu sono a acordou nos degraus do templo de Kagyar. Os clerigos encararam isto como um sinal e ele ingressou na ordem. Thorgilfik é um curandeiro impar, e bastante solicitado. Ele veio para Dolmeus seguindo uma antiga profecia anã e os seu estranho sonho recorrente de dois anões a lutar lado a lado, um feito de pedra e outro de ferro.
Yul, rakasta (raça felina de mystara) swashbuckler (complete warrior). Nascido na cidade rakasta de Artarashai, perto dos Iron Hills e filho de um ferreiro, ele é um rakasta corajoso e imprudente que apenas quer seguir os passos do seu irmão mais velho e ingressar na famosa Guarda Artarashai. Para isto ele tem que provar o seu valor ao seu povo e como tal aventurou-se na area de Dolmeus com um velho amigo, Thorgilfik. Os rakastas têm uma forte relação de comércio com os anões, e Yul conheceu o clerigo numa das suas viagens com o seu pai à cidade dos anões.
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RPG Geek
Party On
em Terça, 21/11/2006 - 09:14
Como é que o pessoal chegou a acordo na composição da party?
Pelo que li e já experimentei de D&D é muito importante que cada jogador/PC perceba a sua função no grupo e que tentem colmatar os pontos fracos uns dos outros. Houve algum tipo de discussão sobre isto entre os jogadores quando fizeram os PCs? se sim como é que correu e porque é que chegaram a este resultado final?
"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"
RedPissLegion escreveu:
em Terça, 21/11/2006 - 10:12
Como é que o pessoal chegou a acordo na composição da party?
Pelo que li e já experimentei de D&D é muito importante que cada jogador/PC perceba a sua função no grupo e que tentem colmatar os pontos fracos uns dos outros. Houve algum tipo de discussão sobre isto entre os jogadores quando fizeram os PCs? se sim como é que correu e porque é que chegaram a este resultado final?
"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"
Já fiz dezenas de grupos diferentes com vários grupos de jogadores e curiosamente sempre preferiram fazer as suas personagens sozinhos e tentar entrosá-las em jogo sem saberem nada uns dos outros...
Evil never dies, it just waits to be reborn...
E isso funciona bem ou já
em Terça, 21/11/2006 - 11:08
E isso funciona bem ou já levou a desentendimentos graves entre os jogadores?
Quando digo fazer os PCs em conjunto refiro-me apenas a aspectos relacionados com escolher classes, alinhamentos, feats, feitiços, skills, etc. não o background de cada PC.
"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"
RedPissLegion escreveu: E
em Terça, 21/11/2006 - 11:26
E isso funciona bem ou já levou a desentendimentos graves entre os jogadores?
Quando digo fazer os PCs em conjunto refiro-me apenas a aspectos relacionados com escolher classes, alinhamentos, feats, feitiços, skills, etc. não o background de cada PC.
"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"
Nunca tive problemas de maior...houve já situações onde jogadores tenham saido da grupo por incompatiblidades, nomeadamente o eterno problema paladino vs evil character no mesmo grupo. Já tive um caso engraçado de 2 personagens com comportamentos e ideais opostos mas que faziam o seu serviço em conjunto até muito bem (eram ambos fighters) e pouco ou nada falavam entre si para além as necessidades do grupo. Acho que o funcionamento depende um pouco da maturidade dos jogadores.
Nunca tive nenhum grupo que quisesse fazer as personagens em conjunto, ou seja escolher em conjunto as classes, alinhamentos, feats, etc.
Julgo que este modo fazer grupo funcionaria bem por exemplo numa campanha militar onde os pc's já tivessem à partida treino para funcionar em conjunto...
Evil never dies, it just waits to be reborn...
the party
em Terça, 21/11/2006 - 16:14
é muito importante que cada jogador/PC perceba a sua função no grupo e que tentem colmatar os pontos fracos uns dos outros.
Eu também acho que sim (obviamente, depois do que eu disse no meu blogue). Por isso é que depois dá-se aquela discussão nesta crónica com a fighter arqueira. O grupo sentiu-se vulnerável pois não tinha um único "tanque" para segurar as coisas na frente.
Acho que não é necessário estarem todos presentes quando se faz personagens, mas é bom haver comunicação para assegurar que as classes necessárias estão distribuídas e que a party funciona em combate.
A única vez que joguei
em Terça, 21/11/2006 - 20:24
A única vez que joguei AD&D, os jogadores fizeram personagens em conjunto e decidiram as habilidades uns dos outros de modo a funcionarem melhor. Termos feito todos uma back-story comum ajudou muito a começar logo a acção nos primeiro minutos. Em suma, as sessões correram muito bem, não nos preocupavamos com interacções com os players porque supostamente as personagens já se conheciam bem. Mas isso não quer dizer que não houvesse atritos, numa cena o meu wizard deu um murro ao irmão que era fighter porque ele tinha posto a nossa meia-irmã num risco desnecessário. Passámos o resto da sessão e a seguinte a dizer pouco um ao outro, por causa do sucedido (cá fora eramos amigos como sempre, maravilhados com a situação in-game)
Mas regra geral os jogadores querem-se sentar à mesa e começar logo a jogar, por isso preferem fazer personagens isoladamente. Vamos tentando equilibrar os tipos de jogo, evitar que se desequilibre muito para um ladoe faça com que a única personagem do tipo em minoria seja posta de lado. Gostava de incutir mais nos meus jogadores o hábito de fazer uma pre-sessão em que todos fazemos personagens e encaixamos a história uns dos outros, com quirks e tudo, em vez de cada um fazer a sua pelo que lhe dá na real gana. Mas no final, é sempre divertido, qualquer que seja o jogo.
Light allows us to see, Darkness forces us to create...
Rick Danger escreveu:
em Terça, 21/11/2006 - 22:17
Eu também acho que sim (obviamente, depois do que eu disse no meu blogue). Por isso é que depois dá-se aquela discussão nesta crónica com a fighter arqueira. O grupo sentiu-se vulnerável pois não tinha um único "tanque" para segurar as coisas na frente.
Não vejo qual é o problema destas coisas acontecerem... até acho que dá um maior sentido de união ao grupo o de tentar contornar a suas deficiências em conjunto.
Nesta situação em concreto, uma conversa em jogo resolveu rapidamente a questão na altura.
Evil never dies, it just waits to be reborn...