LISBOACON 2011 - Opiniões e sugestões

Serve este tópico para nos darem as vossas opiniões sobre o evento deste ano e sugestões para o futuro.

Um agradecimento a todos os que nos ajudaram e apoiaram na realização do evento. Para o ano há mais!

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Digam de vossa justiça!

Digam de vossa justiça!

Tinha feito um post sobre o

Tinha feito um post sobre o evento e algumas fotos no meu blog. Mas aqui vai em formato não-Giant Wall of Text :p

Tanto eu como quem foi comigo gostou bastante do evento. Todos os 'Game Geeks' foram extremamente simpáticos e ajudaram-nos quando necessário.

A localização é excelente - tanto pelas refeições disponiveis no local, como pela proximidade em relação ao Oeiras Parque onde ainda há mais opções para almoço e jantar.

A selecção de jogos na Ludoteca foi muito boa e conseguimos experimentar jogos que nos tinham chamado a atenção (de minha parte, muito obrigada por terem levado o Mansions of Madness e pela organização do jogo em si)

Sugestões: (ainda) mais variedade de jogos à venda. :)

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Corusca, a geek gamer girl's blog

De nada...

De nada. Mas o Keeper irá ter a sua vingança. Será fria e gelada e poderá levar anos. Mas terei a minha vingança... Eventualmente...

Blaken's List

Ora bem...

Agora mando eu o meu bitaite.

Devo dizer que foi a primeira CON a que fui e não sabia muito bem o que esperar. Assim sendo, fiquei agradavelmente surpreendido com a (boa) organização. O espaço era bastante agradável e deu para as necessidades, mas como já alguém mencionou aqui: façam o próximo na FIL e aí é que vamos ver o verdadeiro potencial desta CON.

Quanto aos jogos: perdi-me no meio de tanta variedade disponível. Alguns do que queria jogar não consegui (ora porque já estavam requisitados, ora porque andei a passear por lá em vez de jogar), mas nem fiquei preocupado com isso. ainda consegui encontrar um grande amigo que já não vi há alguns anos e retomar contacto, pelo que só aí já valeu a pena.

De resto: jogos, muitos jogos bons e interessantes para jogar e comprar. Leilões, mesa de prémios. Se para o ano conseguirem fazer isso maior, de certeza que vai ter mais sucesso.

Da minha parte, considero um balanço muito positivo para o hobby, pois vi muita gente a entrar e jogar que talvez tenha ficado marcado pelo bichinho do jogo e já sabemos que quantos mais melhor.

Venham mais CONs destas, mas em tamanho épico. Sairemos todos a ganhar.

PS: Quantos aos investigadores do Mansions of Madness, aguardem pela minha vingança. Pode levar anos, mas irei apanhar-vos a todos. "riso maléfico"

Blaken's List

My 2 cents!

Mais uma vez tive oportunidade de aparecer, desta vez levei um maralhal de gente atrás (8!!!)

A organização continua em trajectória ascendente (ou não se aprendesse com a experiência) e honestamente tenho mto pouco a apontar.

A única excepção será talvez o facto de a dado momento (meio da tarde de Sábado) o espaço já parecer de facto pequeno para tanta gente, de forma a haver mesmo quem fosse devolver o jogo à Ludoteca por não ter mesa. Dores de crescimento I guess =)

Deixo a nota ao Vasco que consegui assimilar o Khronos e até gostei mto do jogo!

Giant Wall of text

Mais uma vez, consegui estar presente na LisboaCon. Mais uma vez, foi óptimo.

A organização está de parabéns. O Evento continua a ser aquele que reúne mais pessoas à volta do hobby e que, ao que me parece, acaba por atrair mais curiosos que ainda o não conhecem.

Para mim voltou a ser uma oportunidade para jogar com malta que habitualmente não está nos encontros do Porto.

De forma mais ou menos cronológica, em termos de jogatina foi assim:

Walnut Grove com Vítor, João e Vch. Excelente companhia para um jogo engraçado que não traz nada de novo mas mistura mecânicas de outros de forma curiosa. Temos aqui um pouco de Carcassonne, um pouco de Agricola e um pouco de Caylus. Não joguei grande coisa, creio que até fiquei em último, mas isso não tem importância nenhuma. Fixe foi jogar com dois amigos que ainda não conhecia e voltar a aturar a choraminguice do Vasco... Algumas coisas nunca mudam.

Last Will terminou a manhã e joguei-o com malta do Porto. Thytos, Coxita e joao104. Bem mais inovador em relação ao anterior mas ficando num registo bem mais familiar com mecânicas leves e uma arte e componentes muito adequados. É um jogo fresquinho e divertido. Desta vez foi a torrente lacrimosa do joao104 que nos assombrou em vez do fantasma do tio falecido que serve de base temática ao jogo. O mais curioso é que, quanto mais chora este moço, mais ganha...

Assim terminou a manhã de sábado. O almoço foi aceitável para o preço. Não espero nestes encontros ter refeições opíparas (excepção feita à RuralCon, evidentemente), especialmente por preços na fasquia deste. O jantar e o almoço de Domingo seriam melhores. Deu para recuperar forças apesar da pressão constante dos adversários que já preparavam o jogo da tarde...

Um épico Here I Stand.
Coube-me o papel de governante da França Francis I e levava em mente uma estratégia que dependia em grande parte da visão a longo prazo do monarca inglês, Henry VIII. A verdade é que os antecedentes históricos entre estas duas grandes nações tornam difícil a percepção de que a rivalidade entre ambos só beneficia o já sobre-poderoso Charles V de Espanha. Era para esse facto que procuraria chamar a atenção, esperando que a fama de garanhão do inglês fosse justificada e o levasse a procurar um herdeiro, esquecendo pretensões à conquista de território Francês enquanto eu me dedicaria a apoiar o crescimento das artes, tentando defender as fronteiras dos expectáveis avanços do monarca Hapsburgo. No primeiro turno a declaração de guerra é quase obrigatória por parte dos Franceses aos Ingleses. É mais uma carta e um par de pontos, afinal. Na fase diplomática seguinte propus ao Inglês ceder sem dificuldade os territórios na Escócia enquanto ele cederia Calais. Depois ambos poderíamos assolar Carlos V. Ele por via marítima, graças à sua facilidade em constituir uma frota, eu atravessando os Pirenéus.

Infelizmente, a fama era antagónica à realidade. Saiu-me um Henry VIII que não passava de um c%&"0 de um p@$/)"#%= impotente que não saiu debaixo do sobrinho por afinidade! Um escândalo...
Até Martinho Lutero se distraía das suas lutas espirituais com o Papa para comentar a subserviência que apor ali se via. Foi de tal modo contra-natura a conspiração Anglo-Espanhola que Suleiman o Magnífico, lá no oriente, sentiu necessidade de apoiar os pobres Franceses que se viram a lutar contra um ataque Espanhol feito com o acordo do Rei Inglês cuja má fama grassava entre os seus súbditos que via a sua rainha sem possibilidade de produzir um herdeiro por o seu marido andar mais interessado em brincadeiras e combinações com o sobrinho dela, que em cumprir com as suas obrigações conjugais!
De nada serviu o escárnio das nações europeias, as tentativas de alerta dos diplomatas, as demonstrações de que, mais tarde ou mais cedo, Charles V iria aproveitar a passividade de Henry VIII para esmagar quaisquer possibilidade de domínio de outras nações.
Francis I resistiu enquanto pode... Reforçou as suas tropas em França (nem uma só vez cedeu à tentação de defender a Escócia só para chatear o Inglês), gastando pontos que poderiam ter sido despendidos na construção de palácios ou expedições marinhas, até que o poderio militar de Charles V se revelou demasiado (OITO hits contra TRÊS com o mesmo número de dados!!! À la merde les cubes pointillés!). Depois disso a França teve que obter a paz e até resgatar o seu monarca das masmorras do Hapsburgo a grande custo.
Entretanto a Reforma espalhava-se pela Europa mas a Liga militar de defesa da nova fé não surgia - Dizia-se que Henry VIII tinha ficado com o monopólio dos Smalldicks...
Suleiman tinha dificuldades em defender as suas próprias fronteiras, a pirataria no Mediterrâneo não ganhava ímpeto. Milão estava demasiado bem defendida pela França para que o Papa tentasse algum golpe militar para esses lados, apesar de também não servir de muito a Francis como vimos antes.
Nesta altura Charles V acabou por desferir o golpe que se esperava havia muito. Atacou Calais e outras posições de Henry VIII que, já só nesta altura se resolveu a virar para as mulheres, mesmo assim com uma incapacidade épica e dando-se ao luxo de rejeitar Ana Bolena (falou-se brevemente em questões de deglutição).
Vitória automática dos Hapsburgos no final do quarto turno.

Foi muito bom!
Rimo-nos muito, divertimo-nos e podemos agora contar esta versão alternativa da história das Guerras da Reforma ao fim de cinco horas e meia.
Obrigado ao Brainstorm por, mais uma vez, orientar a realização desta partida de Here I Stand. Aos meus outros oponentes, Sancho (Papa), Jernau (Protestante), Pedro (Otomano) e DrZodiacus (Inglês) por uma partida inesquecível.

Depois disto andei um pouco a passear pelas instalações, a reclamar e discutir com o Evangelista sempre que nos cruzávamos, a jogar um pouco de Crokinole.

A noite acabaria com um Letters from Whitechapel em que joguei pela primeira vez como Jack. O jogo foi muito divertido. Tendo mais alguma experiência com o jogo, acabei por conseguir ter uma partida relativamente tranquila no papel de criminoso. Foi muito interessante ver a forma como os outros jogadores raciocinavam e procuravam descobrir os meus movimentos e esconderijo. Na última noite estiveram bem perto de me prender mas acabei por conseguir escapar. Acho que todos os que participaram e alguns que estiveram a assistir gostaram.

Domingo começou com um Homsteaders. Voltei a jogá-lo com o Dadur e proporcionar a primeira experiência com este belo jogo ao Pedro e à Elsa. Estranhamente consegui ganhar com apenas 27 pontos. Quase todos nos endividamos imenso, mas o Pedro até parecia um governante Português a conseguir ter 105 pontos negativos em empréstimos nas contas finais. Foi o primeiro que vi acabar o jogo com pontuação negativa.

Voltei ao Crokinole e ao Carrom que a Juliana me tinha ensinado no dia anterior. Derrotei consistentemente o Binhoberde (ele queixou-se do pó...) e depois fomos experimentar o Betrayal at House on the Hill. Não fiquei fã. É um gerador de histórias com alguma piada mas em que não temos grande poder de decisão ou influência no decurso das mesmas. É quase tudo decidido pelos dados...

A seguir experimentei o Panic Station. Fomos 5 e o jogo realmente é um estudo em indução de paranóia! Tem alguns problemas de regras e situações mais ou menos improváveis que não estão previstas mas funciona bem e é interessante. Acho que poderá ser um bom substituto para o Battlestar Galactica para quem procura o mesmo nível de desconfiança e paranóia sem ter que gastar três horas.

Já era bem mais tarde do que tinha planeado para a hora de regressar. Recolhi as minhas coisinhas (quase todas) e lá vim para o Porto.

Vim satisfeito. Foi um excelente fim-de-semana com um balanço claramente positivo.
Obrigado aos organizadores, patrocinadores e todos os que de alguma forma estiveram envolvidos
neste evento.

Para o ano, lá estarei de novo!

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Gamer profile

Choraminguice

A verdade é que uns queixam-se do pó (e também da sorte) e outros queixam-se da choraminguice...

Desculpando-se até que a vitória não é o mais importante...

 

Tiveste sorte de me apanhar no Last Will no meu primeiro jogo, agora sou quase um profissional com 4 jogos... 

 

http://videos.sapo.pt/carnepcanhao

Session report do HiS

Essa Session report do Here I Stand está brutal. Nem sempre imparcial, mas muito boa.

Há a destacar o IMENSO azar do Carlos V com as descobertas e conquistas. Mas destaco:

"Saiu-me um Henry VIII que não passava de um c%&"0 de um p@$/)"#%= impotente que não saiu debaixo do sobrinho por afinidade! Um escândalo..."

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Impressões

Só estive no Sábado e principalmente na área dos RPGs e tivemos sempre duas mesas de jogos cheias até às 20h da noite mais curiosos e convívio aleatória. Eu e a minha namorada participamos pela primeira vez nos torneios e ela recebeu dois como prémios (inclusive um daqueles da Lego). Por isso correu mais que bem. Foi excelente!

sopadorpg.wordpress.com - Um roleplayer entre Setúbal e Almeirim

Ludonautas Podcast - Viajando, sem nos

sopadorpg.wordpress.com - Um roleplayer entre Setúbal e Almeirim
Ludonautas Podcast - Viajando, sem nos movermos, pelos mundos do RPG

Avaliação

Estive quase a não participar nesta excelente convenção mas na última da hora lá deu para participar.

Tive o privilégio de assistir por dentro há organização da mesma, quer durante a própria Convenção quer cerca de uma semana antes que tinha aparecido num dos Encontros do Grupo de Lisboa.

Tive esse privilégio pois das duas vezes fiquei magnificamente hospedado na casa de dois dos principais organizadores do Evento. Posso dizer que neste tempo ainda foi conseguido um patrocinador, assisti a uma entrevista por telefone e na sexta antes mesmo da Convenção dei uma pequena ajuda aos dois, acabando por me deitar as 3 da manha (sendo que eles os dois continuaram no trabalho).

Este ano organizei o Encontro em Bragança e patrocinei e ajudei a organizar o Encontro no Porto. Tenho por isso uma clara ideia do tarbalho que isto dá. Mas devido à dimensão do Encontro em Lisboa o trabalho aumentou exponenciamemente.

Todos estão de parabéns quer os principais organizadores, quer todos os que trabalharam nos dias do evento para tornarem o mesmo possível.

Eu quer como participante quer como patrocinador através da minha Associação penso que foi uma convenção excelente que provou que os jogos de tabuleiro podem chegar às massas. É excelente ver que sabado e mesmo domingo as duas salas estavam cheias.

Quanto à minha participação em termos de jogos é sempre relativamente diminuta pois penso que a Con é também um espaço para falar com aqueles amigos que já conhecemos deste mundo.

Mas descobri um grande jogo (simples mas muito divertido) Last Will no qual fiz 4 partidas (devo ser neste momento o jogador português com mais partidas e sou um dos membros do boardagamegeek com mais partidas registadas do mesmo), com duas contudentes vitórias, em que sempre acabei com 0 de dinheiro, sendo uma até no 5º turno. O jogo é bastante divertido e tem bastante estratégia mas penso que as duas primeiras rondas do jogo são muito importantes.

Participei em 2 torneios, não só pelo meu lado competitivo mas também porque penso que para as Convenções e também para os patrocinadores são momentos importantes.

No de Ticket to Ride o jogo correu muito mal, principalmente quando fui buscar novos objectivos, penso que na nossa mesa tivemos um justo vencedor.

O Torneio de Time's Up foi um momento de grande diversão com a minha parceira João/Cat Ballou (excelente bailarina ) quer a eliminatória com pessoas bastante expressivas na mimica e pessoas muito empolgadas.

Na final apanhamos a outra dupla do Porto, BinhoBerde e Coxita. Uma final disputada e muito divertida com provocações constantes por partes do BinhoBerde. Em que até um bispo que conseguiu ganhar um Nobel da Paz passou a ser um ditador...

Embora o meu espirito se tenha instalado devido às provocações do BinhoBerde no final tanto eu como a Cat Balou acabamos por dar o prémio conseguido à dupla finalista pode ser que assim vão treinando e para a próxima já consigam ser mais competitivos.

Tive ainda a possibilidade de exprimentar uma das novidades Panic Station que não é claramente o meu género de jogo, mas que de vez em quando tem a sua piada. Jogos cooperativos numa pessoa claramente competitiva não conjugam...

Um jogo de Genial,um jogo de Can't Stop, um jogo e explicação de Tricoda e dois jogos de um excelente jogo muito simples Kippit. Exprimentei também um jogo mais infantil (bastante engraçado) quando explicava e apresentava alguns jogos a um senhor que estava presente com a familia.

Um excelente fim de semana de jogos, de convivio e muita diversão. Ainda dei uma pequena ajuda também em momentos mais complicados há organização.

O único problema de que ouvi falar na Con (que a mim não me aconteceu) foi a falta de mesas no pico de Sabado de tarde, para isso proponho uma solução. Aproveitem essa hora para se marcar o tal jogo de futebol de convivio entre grupos dos diferentes pontos do país. Permitiria libertar assim algumas mesas, sei que é uma hora complicada mas se fosse programada com tempo penso que quer os organizadores quer os jogadores dos outros grupos planeariam a sua Con já com o jogo em mente.

Parabéns a todos que tornaram esta Con um sucesso espero ver alguns de vocês por Bragança.

Um obrigado em especial ao Hélio e Ana por me terem aturado estes dias.

Rural Con- Bragança 18 e 19 de Agosto 2011

Erro?

joao104 escreveu:

Rural Con- Bragança 18 e 19 de Agosto 2011

Tens que corrigir o erro na tua assinatura... não será 2012?

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Obrigado

pelo aviso

 

Sugestão...

Para o ano, tenham por lá umas chibatas para aplicar nos que se piram da Con para ir ver mau futebol (não há outro em Portugal)!

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Gamer profile

Parabéns...

à organização por mais uma LisboaCON. O staff esteve sempre atento aos pormenores e tudo pareceu correr sobre rodas.
Gostei do convívio e de rever a malta. Estão todos de parabéns. Só precisam de arranjar mesas melhores e fica perfeito :)

Joguei URBAN SPRAWL, CO2 e WALNUT GROVE.

Ajudei a festa comprando umas rifas e lá me calhou um SULTAN que o Vasco já me avisou de ser muito mauzinho ;)

Boa malha.

Agora, só vos vejo em Janeiro, na Quinta do Pinheiro.

 

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"The only way to achieve the impossible is to believe it is possible."
Lewis Carroll in Alice in Wonderland

Querido diário,Na

Querido diário,

Na LisboaCon joguei Tanto Cuore.

Ah e o café era bom, convidem a menina do café mais vezes :)

Fiquei sem saber se o grupo a quem eu e a Sara explicámos o BSG se divertiu. Se estiver algum de vós por aí diga qualquer coisa (boa ou má) :)

O espaço era muito bom, mas como já referiram aqui no sábado ficou complicado.

Pombeiro e Rui acho que vos estou a dever uma partida de tanto cuore ^^; não é?

Se estiver a dever partidas a mais alguém avisem para saldar a dívida lol

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Sim estás :) e com juros,

Sim estás :) e com juros, o que quer dizer que temos de jogar um Rune Age também :)

Últimas jogatinas:

Negating the unforeseeable is utterly unrealistic, and scrambling to deal with problems is indeed a game skill.

Pediram, aí vai...

Lá fui à LisboaCon na tarde de sábado 2011 com 2 miúdas (13 e 7) e 2 miúdos (ambos 9). As miudas foram jogar um jogo de personagens, os miudos andaram à solta, sobretudo a jogar os jogos Lego. Um sucesso, estes jogos.

Acabei a jogar Guillotine com a mais velha, ela gostou, comprei o último exemplar disponível.

A TESE

Fui às 3 LxCon, gostei de todas e em cada ano gostei mais. Este ano mais gente, mais organização, mais jogos, mais espaços (jogos de personagens, jogos de simulação), mais apoios. A LxCon entrou em velocidade de cruzeiro. Os organizadores estão de parabéns.

A ANTÍTESE

Alto, nada de sustos! Antítese numa perspetiva de futuro. Vou aqui falar de uns problemas que são menos de hoje do que do futuro, caso a LxCon mantenha o mesmo formato. Quer dizer, a LxCon tem de mudar. Para melhor! Para isso percisa de ultrapassar as suas limitações atuais. Vejamos então...

O espaço. O Espaço. O EspaçO. O ESPAÇO.

O grande, o enorme problema é o espaço, por duas razões:

Não chega. Ao fim da tarde não havia lugar para tanta gente. Se - como todos esperamos - a LxCon 2012 atrir mais gente... não nai haver lugar para ela.

O espaço não permite uma afetação eficiente de algumas áreas de atividade. Devia haver:

- um espaço para os editores de jogo em que estes pudessem montar cada um o seu estaminé com todo o material publicitário e de demonstrações; e que toda a gente saiba, assim que entra, que é ali, naquela zona, que eles estão;

- uma área para as crianças; eu fui com putos e gostaria que houvesse uma zona só para putos; com cadeiras e mesas mais baixas; com pessoal preparado especificamente para estar ali com os putos e os pôr a jogar;

- uma separação, na área de jogo, entre jogos longos (aqueles em que um grupo se senta para estar ali 2+ horas) e jogos curtos; faz sentido e facilita a vida aos organizadores, acreditem;

- corredores mais largos; por um lado, evita que o entusiasmo de uma mesa de jogo interfira com a reflexão da mesa ao lado; por outro lado, numa Con há sempre imensos mirones (como eu que não joguei nada e andei por ali a ver o que se jogava), ora haver mirones é bom, por isso é preciso tornar o espaço convidativo para se estar a ver outro pessoal a jogar;

- espaço para mais gente em geral; como disse, se para o ano houver mais gente vai ser preciso pôr os entusiastas em qualquer lado.

O espaço devia ser só um e não distribuído por várias salas, o que dificulta a gestão do evento, tira-lhe impacto e é menos "transparente" para o visitante.

Mas para tudo isto é preciso um espaço maior e com outras caraterísticas!

Outro problema é a falta de um programa de palestras, conferências, etc., como sucede com frequência neste tipo de eventos. Gostava de ver designers de jogos a falarem sobre os seus jogos; gostava de ver convidados estrangeiros; gostava de ver o pessoal do negócio a falar do negócio. (É claro, isto também precisa de espaço...)

Finalmente, a comunicação não existiu ao longo de meses e depois foi surgindo aos poucos. É preciso mais e melhor comunicação desde mais cedo, no mínimo a partir de setembro.

A localização. Para mim que vou de carro não é problema mas se fosse de transportes, não ia. E penso que assim se passa com muita gente. Além de que não incentiva a participação do visitante ocasional, o fimdesemanista que não tem mais que fazer ou que passa por ali e decide entrar.

A SÍNTESE

Eu sei, vocês sabem, nós sabemos. A Aerlis foi porreira, permitiu à LxCon crescer e consolidar-se. Mas não dá mais. A LxCon tem potencial para crescer mais, só que ali não.

Eu sei, vocês sabem, nós sabemos. Há que dar o salto. Há 3 anos vocês nem pensavam nisso quando foram ali para os lados de Lisboa oriental, nem se permitiam sonhar com isso. Mas agora já sabem. Sabem que têm que voltar para Lisboa oriental. Mas não para o mesmo sítio.

Quer dizer, está na hora de começarem a pensar, vocês sabem em que local mas eu digo, na FIL. É para lá que a LxCon tem de ir e está a chegar a hora de dar esse salto, se não for para o ano tem de ser no seguinte.

A FIL???? Mas este gajo está doido???? Os custos? O trabalho que dá? Pois é. Só que estamos em crise e para o ano a FIL vai estar ao-tio-ao-tio para obter eventos! Isso já está a acontecer, sei de eventos para lá programados que foram anulados à última da hora. Estas são as ocasiões que se aproveitam para fazer aquilo que noutras era seria impensável.

Na FIL conseguem também muitos mais apoios. A Nestlé Dolce Gusto foi porreira mas há muitas outras empresas para lá estarem com os seus produtos.

Por isso, FIL para o ano. E prometo que organizo pelo menos três turmas (3º ano, 5º ano e 8º ano), quase 90 putos, para irem à LxCon 2012. E muitos mais adultos.

PS E se quiserem uns apoiositos para a gestão do evento pela parte de gestores de eventos profissionais, digam.

Sérgio

Thumb up

Convidam as barracas das bifanas/hamburguers/shoarma para servirem no evento ^^

Que isto de almoçar é tempo morto sem jogar :P

Lembrei-me também de outra situação que as editoras podem analisar. Eu pessoalmente não sou muito fã de torneios, já que normalmente tornam os jogos menos divertidos pois passam a ser jogados para ganho pessoal, o que trás condigo todo um tipo de comportamentos que não considero que sejam o núcleo dos boardgames.

Não estou a sugerir que se acabem com os torneios, porque sei que há quem goste, mas sugeria uma aproximação complementar das editoras. Podiam apoiar também as demonstrações de jogos com o sorteio dum jogo pelos participantes totais das demonstrações naquele dia. Assim punham as pessoas a jogar os vossos jogos todo o dia, mas retirando a componente competitiva.

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Little rant

Todas as opiniões são válidas e consigo perceber o teu ponto de vista, mas não concordo com quase nada do que escreveste..

Em primeiro lugar isto não é um evento comercial, não é organizado pelo negócio mas sim pelos clientes. Quantos eventos na FIL conheces que são organizados pelos clientes? Se querias uma coisa profissional, teriam de ser as empresas que têm algo a lucrar com isso, a organizar o evento.

Nós temos algo a lucrar, mas não é dinheiro, é divulgar os jogos e arranjar mais pessoas para jogar. Os jogos que estão à vende não servem para encher os bolsos aos organizadores mas para pagar os custos de organizar este evento.

Queres ir para a FIL e cobrar 20€ por entrada? Achas que vai haver mais pessoas?

"com pessoal preparado especificamente para estar ali com os putos e os pôr a jogar;"

Duas coisas que eu não concordo com esta frase:

1. A maior parte dos jogos que estavam por lá, têm uma idade mínima de 10 anos, alguns com mínima de 12. E se perguntares a grande parte das pessoas do grupo, a maioria vai-te dizer que não tem interesse em jogar com crianças. Uma coisa é um pai e uma mãe jogarem em casa com os filhos, outra coisa é um jogador (aqui não interessa o que ele faz ou se tem filhos ou não) ter de estar a jogar com crianças. Não é que eu me importe de jogar com crianças, mas não quero jogar um 18xx ou um Agricola com um miudo de 10 anos que a) não vai conseguir ter atenção durante o jogo todo e b) não me vai proporcionar um desafio tão grande como se jogasse com um adulto (excepção se o adulto for o Tereso, Vasco, Miguel, etc..)

2. As pessoas que ajudam na organização (camisolas amarelas) estão a abdicar do seu tempo e da sua oportunidade de participar na LisboaCon para estarem ali ao dispor de quem vai entrando, e tu ainda queres que alguns deles façam de babysitter para os pais poderem estar à vontade?

Depois falas em palestras, mas eu não me lembro de ver aqui um número considerável de pessoas a querer palestras neste tipo de eventos. Para quê uma coisa que as pessoas não querem? As pessoas querem jogar e/ou estar com o pessoal que já não vêm há algum tempo, não querem ir para uma sala ouvir alguém falar sobre jogos (pelo menos não neste evento)

Quanto ao espaço, esteve cheio durante um periodo de Sábado, mas eu nunca tive problemas em arranjar um sítio para jogar quando precisei e se não houvesse lugar, esperava. Acho que num evento deste tipo, mais vale ter muita gente num espaço à justa do que pouca gente num espaço muito grande, mas isso é só a minha opinião.

Eu acho que esta edição foi melhor que a anterior e melhor que a primeira. E dou os parabéns ao Hélio, Tiago e a todos os outros que ajudaram e que deram o corpo para que fosse possível.

Last played:

<

Last played:

espanhol escreveu: Todas

espanhol escreveu:
Todas as opiniões são válidas e consigo perceber o teu ponto de vista, mas não concordo com quase nada do que escreveste..

Ótimo. Esta discussão obedece ao tema de «Opiniões e sugestões». Quando assim, o que interessa é que haja discussão e ponontos de vista divergentes.

Citação:
Em primeiro lugar isto não é um evento comercial, não é organizado pelo negócio mas sim pelos clientes. Quantos eventos na FIL conheces que são organizados pelos clientes?

Não faço ideia e é-me profundamente indiferente. Considero que é totalmente irrelevante. A questão não é essa, a questão é simplesmente esta: é um evento bem ou mal organizado? Ora bem ou mal organizado quer dizer, organizado de forma profissional ou amadorística? Dito por outras palavras, obedece aos standards da organização de eventos, fica aquém ou ultrapassa a média? Para atingir ou ultrapassar a média é preciso saber-fazer. (Digo isto tendo presente que já organizei eventos sem fins lucrativos e de entrada livre; já organizei eventos sem fins lucrativos e com entrada paga; já estive em eventos organizados por outros, mas em que esses outros eram organizações sem fins lucrativos e os eventos não visavam o lucro. Lucro ou não lucro, é indiferente, ou é bem feito ou não.)

Sucede que considero que a LisboaCon é um evento organizado de forma profissional, ou seja, com saber-fazer de profissionais. O que responde ao teu ponto seguinte:

Citação:
Se querias uma coisa profissional, teriam de ser as empresas que têm algo a lucrar com isso, a organizar o evento.

Estás completamente a leste. Repito, a questão não é de lucro, é de ser ou não bem feito. Se é bem feito e vai melhorando ao longo dos anos, se corresponde aos standards da organização de eventos, é feito com saber-fazer profissional. É indiferente saber se quem organiza ganha ou não dinheiro com o evento.

As empresas de comercialização de jogos querem vender jogos. Isso é um negócio. Os organizadores da LisboaCon querem um evento de sucesso. Isso é outro negócio. Nada demonstra que quem é bom a comercializar jogos é bom a organizar eventos, e viceversa. Aliás, a regra é o oposto, cada macaco no seu galho.

Citação:
Nós temos algo a lucrar, mas não é dinheiro, é divulgar os jogos e arranjar mais pessoas para jogar.

E quem disse o contrário? Mas também, e quem disse que são fins incompatíveis?

Citação:
Os jogos que estão à vende não servem para encher os bolsos aos organizadores mas para pagar os custos de organizar este evento.

Quem disse o oposto? Eu alguma vez disse que a evolução devia ser para um evento comercial que tornasse ricos os seus organizadores? Estás a combater moinhos de vento que só existem na tua imaginação.

Citação:
Queres ir para a FIL e cobrar 20€ por entrada? Achas que vai haver mais pessoas?

Eujá fui a eventos na FIL onde não se cobra nada pela entrada. E não me parece necessariamente mal se, para suportar a LisboaCon se pedir um pagamento à entrada. A verdade é que a LisboaCon proporciona várias horas de entertenimento gratuito. Pedir-se 2 ou 3€, por exemplo, o que é metade de um bilhete de cinema, não me parece descabido. Mas isto não é coisa que se decida arbitrariamente. A LisboaCon tem que ter, mais fim lucrativo, menos fim lucrativo, uma gestão financeira. Cabe a esta definir tais coisas (repito e insisto, com saber-fazer profissional).

E na FIL vai seguramente haver muito mais pessoas, tens alguma dúvida?

Citação:
"com pessoal preparado especificamente para estar ali com os putos e os pôr a jogar;"

Duas coisas que eu não concordo com esta frase:

1. A maior parte dos jogos que estavam por lá, têm uma idade mínima de 10 anos, alguns com mínima de 12. E se perguntares a grande parte das pessoas do grupo, a maioria vai-te dizer que não tem interesse em jogar com crianças.

Que absurdo! Então organiza-se um evento para divulgar os jogos; e começa-se por definir que não se tem interesse em os divulgar precisamente ao target por excelência? É uma evidência óbvia que os jogadores de amanhã se criam em miúdos e que se há esforço compensador para a comunidade dos amadores de jogos de tabuleiros e associados é o de investir nas crianças sem limite inferior de idade.

Quanto à questão das idades, outro absurdo. Há imensos jogos para X anos que podem ser jogados por crianças de idade inferior desde que haja mais velhos a ensinar-lhes as regras ou desde que joguem com mais velhos. E há imensos jogos para crianças comenos de 10 anos. Se estiveste na LisboaCon deves ter visto a zona da Lego, por exemplo.

Citação:
Uma coisa é um pai e uma mãe jogarem em casa com os filhos, outra coisa é um jogador (aqui não interessa o que ele faz ou se tem filhos ou não) ter de estar a jogar com crianças.

Não deves mesmo gostar de crianças! Já nasceste adulto? Mais ideias absurdas, é o que é. Chamo-te apenas a atenção para um ponto: a LisboaCon (felizmente) tinha uma série de gente que se voluntarizou para estar por ali a apresentar, ensinar jogos. Ora estou certo de que algumas dessas pessoas gostam de crianças, gostam de brincar com crianças e gostam de jogar com crianças. Por isso estou certo de que haverá voluntários para uma zona infantil.

Quando eu falo em "gente preparada" não estou a falar em gente com cursos, estudos de puericultura, títulos académicos. Estou falar de voluntários que conhecem os jogos mais indicados para as diferentes idades das crianças e com gosto em os porem a jogar. Só isto.

Citação:
Não é que eu me importe de jogar com crianças, mas não quero jogar um 18xx ou um Agricola com um miudo de 10 anos que a) não vai conseguir ter atenção durante o jogo todo e b) não me vai proporcionar um desafio tão grande como se jogasse com um adulto (excepção se o adulto for o Tereso, Vasco, Miguel, etc..)

Ou seja, não tens perfil para voluntário. Nem para jogos com crianças nem para jogos de adultos. Porque nos jogos de adultos também te vais deparar com imensa gente que não conhece os jogos ou que simplesmente não é bom jogador. Tens perfil para participante e vais lá para jogar. Tudo bem! Olha, eu também sou assim. Agora, felizmente nem toda a gente é como nós e a LisboaCon consegue atrair uma magnífico grupo de gente com paciência e gosto em pôr outros a jogar por um par de dias, mesmo se isso obriga a sacrificarem o seu próprio prazer de jogar os jogos.

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2. As pessoas que ajudam na organização (camisolas amarelas) estão a abdicar do seu tempo e da sua oportunidade de participar na LisboaCon para estarem ali ao dispor de quem vai entrando, e tu ainda queres que alguns deles façam de babysitter para os pais poderem estar à vontade?

Quero sim. Mas quero que o façam como VOLUNTÁRIOS. Se houver gente que se dispõe para isso, porque não fazê-lo? Dou-te um exemplo, eu joguei Guillotine com a minha filha de 13 anos e com o Stormover. Ele já jogou o jogo até à exaustão, logo não foi prorpriamente um momento lúdico transcendente jogar o jogo com dois iniciados. A seguir a tua lógica, isto é um contrasenso e não há gente para tal. Estás errado.

Eu joguei um jogo da Lego com a minha filha de 7 e dois participantes adultos que estavam a experimentar o jogo. Eles tinham aprendido com uma voluntária e disponibilizaram-se para vestir metaforicamente a camisola amarela para ensinarem o jogo a mim e à minha filha. Das 5 pessoas envolvidas só uma foi uma criança. Do teu ponto de vista isto é algo que não pode nem deve ocorrer na Con. Estás errado, é evidente.

Citação:
Depois falas em palestras, mas eu não me lembro de ver aqui um número considerável de pessoas a querer palestras neste tipo de eventos. Para quê uma coisa que as pessoas não querem?

Não sabes, é o que é. E não sabes porque não houve oferta, é tão simples como isto. Só podias saber se houvesse oferta e o espaço ficasse vazio.

E depois, o que é define o sucesso nestes casos? A sala dos rpgs movimentou umas 15 pessoas. Isto atinge a tua bitola quantitativa de sucesso ou fica àquem? A zona dos jogos de simulação movimentou menos de 10 pessoas. Mais uma vez, com tão pouca gente não se deve eliminar pura e simplesmente estes casos evidentes de insucesso e dar mais espaço aos jogos de tabuleiro? (Num caso e noutro estou a reportar-me à tarde de sábado.)

Eu não estou a falar de dezenas de palestras. Estou a falar de um canto com umas cadeiras para umas 20 pessoas e com uma ou duas palestras, encontros, mesas redondas, ou similares em cada fim de tarde. Se houver 8 pessoas a assistir, a conversar, a interagir, para mim é um sucesso e merece o lugar na LisboaCon. PARA MIM, insisto.

Citação:
As pessoas querem jogar e/ou estar com o pessoal que já não vêm há algum tempo, não querem ir para uma sala ouvir alguém falar sobre jogos (pelo menos não neste evento)

A tendência que tu tens de te arvorares em arauto, porta-voz, coro, de "as pessoas". O que é que te dá o direito de falares pelos outros? Não devias antes dizer mais modestamente que isso é o que tu queres? E que, por isso, não te cabe vetar outras atividades que outras pessoas queiram?

Registo também o «jogar e/ou estar com o pessoal que já não vêm há algum tempo». Afinal tu não estás propriamente a pensar numa Con de divulgação, estás a pensar num encontro de amigos, de um grupo de iniciados, só para "nós", os iluminados...

Citação:
Quanto ao espaço, esteve cheio durante um periodo de Sábado, mas eu nunca tive problemas em arranjar um sítio para jogar quando precisei e se não houvesse lugar, esperava.

Estás a esquecer uma coisa. Este ano foi melhor que o passado e esse foi melhor que no anterior. E melhor aqui reporta-se ao número de pessoas. Ora a expetativa é a de que a LisboaCon 2012 seja um sucesso ainda maior do que a de 2011. O que quer dizer mais pessoas. Logo mais necessidade de espaço. Logo... já percebeste a ideia, estou certo.

Citação:
Acho que num evento deste tipo, mais vale ter muita gente num espaço à justa do que pouca gente num espaço muito grande, mas isso é só a minha opinião.

Estás completamente errado. É igualemente mau ter muito pouca gente num espaço muito grande ou ter demasiada gente para um espaço muito curto, mas a segunda situação cria sempre muito mais problemas e tem um impacto potencialmente mais danoso para o futuro. Uma pessoa que se sinta defraudada porque veio à Con do Porto, de Leiria ou mesmo de Lisboa e depois não pode jogar porque não tem mesa, não se pode mexer porque não há espaço, anda aos encontrões, etc., essa pessoa provavelmente não volta no ano seguinte, esta é a grande diferença.

Citação:
Eu acho que esta edição foi melhor que a anterior e melhor que a primeira. E dou os parabéns ao Hélio, Tiago e a todos os outros que ajudaram e que deram o corpo para que fosse possível.

Inteiramente de acordo, aliás foi por aí que eu comecei. E espero que a próxima Con seja melhor e maior. Mas para isso tem que mudar de casa porque a Aerlis não dá para mais. Dores de crescimento. Eu sugeri a FIL mas pode haver outras alternativas. Não faço parte da organização mas se fizesse estaria NESTE MOMENTO a pensar seriamente no assunto, dedicando-me à Con profissionalmente ou como amador (com saber-fazer de profissional).

Sérgio

FIL

Há ainda uma hipotese intermédia que é o centro de congressos de Lisboa (Antiga FIL), o sitio é bonito tem muito estacionamento gratuito ao (contrário da FIL), tem comboio até ás 2h e autocarros toda a noite (Pelo menos por enquanto) tem um bom bar com cozinha e deve ser muito mais barato.Mas tambem acho que o espaço da AERLIS pode ser mais bem aproveitado, a zona da restauração esteve bastante desabitada e é uma sala com uma area consideravel.

Thumbs up para palestras.

Não quero interferir na acesa discussão. Concordo com os dois em diferentes coisas. Porém na questão das palestras acho que haveria bastantes interessados. Era uma das sugestões que ia deixar.

No IBGM - Lisboa houve palestras e sala cheia, cerca de 30 pessoas mesmo tendo menos visitantes que a LisboaCon(e de manhã). E acho que seria bom para o evento elas existirem.

Lisboacon

Bom dia a todos:

Estive a passar os olhos pelo forum, até porque também estive no Lisboacon, e não pude deixar de resistir a fazer dois ou três comentários...

smascrns escreveu:
Nós temos algo a lucrar, mas não é dinheiro, é divulgar os jogos e arranjar mais pessoas para jogar.

Há que ter em conta que estes eventos servem, e muito bem, para divulgar o jogos de tabuleiro. Eu pessoalmente acho muito difícil ir a uma loja e escolher um jogo apenas pelas críticas ou análises que se podem encontrar na net. Sendo assim, o poder experimentar o jogo é para mim uma mais valia. Por exemplo, não consigo perceber o atrativo do Dominion e no entanto é um sucesso.

sérgio escreveu:
E quem disse o contrário? Mas também, e quem disse que são fins incompatíveis?

Aqui, concordo plenamente. Não esquecer que quem normalmente tem a fatia de leão não são os organizadores dos eventos ou mesmo os criadores dos jogos, mas sim as grandes editoras e os distribuidores. Basta ver a diferença entre os preços nos EUA e em Portugal de algum jogos. E depois, qual é o problema se a organização ganhar algum dinheiro se isso servir para a próxima edição do Lisboa con ser mais e melhor?! Com mais divulgação, há mais gente a jogar, logo mais distribuidores e mais concorrência. Logo, mais jogos e mais baratos. Não me importaria nada de comprar os jogos em Portugal se a diferença de preços para o estrangeiro não fosse tão grande.

smascrns escreveu:
Queres ir para a FIL e cobrar 20€ por entrada? Achas que vai haver mais pessoas?

O ir para a FIL a mim não me parece, à partida, uma má ideia. O ter-se que pagar entrada ou não depende apenas do género de negociação de contrapartidas com a FIL. Mas o facto é de que, apesar de o evento estar MUITO bem organizado, o espaço emOerias estava já um pouco apinhado. Talvez aguente mais um ano a este ritmo de crescimento... Qual é o problema de pagar para ter qualidade? Entre o dinheiro que se gasta em jogos, €2 ou mesmo €5 não me parece significativo....

smascrns escreveu:
Uma coisa é um pai e uma mãe jogarem em casa com os filhos, outra coisa é um jogador (aqui não interessa o que ele faz ou se tem filhos ou não) ter de estar a jogar com crianças.

sérgio escreveu:
Eu joguei um jogo da Lego com a minha filha de 7 e dois participantes adultos que estavam a experimentar o jogo. Eles tinham aprendido com uma voluntária e disponibilizaram-se para vestir metaforicamente a camisola amarela para ensinarem o jogo a mim e à minha filha. Das 5 pessoas envolvidas só uma foi uma criança. Do teu ponto de vista isto é algo que não pode nem deve ocorrer na Con. Estás errado, é evidente.

LOLOLOL... Aqui tenho que me confessar: os dois adultos a jogar o Ramsés da Lego foram eu e o meu marido! Estávamos a experimentar jogos para miúdos para oferecer aos meus irmãos ( 7 anos ) e calhou bem ter uma cobaia para ver como era a reacção ao jogo. Tal como para mim só compro o que já experimentei, para os meus miúdos só compro se achar que eles vão gostar mesmo! Pensava que era para isso mesmo que as convensões servem, ou estou enganada?! Além disso, ainda há pouco se defendia a ideia da divulgação do vício e agora é para todos menos aqueles que incomodam?! Não percebo...

Quanto ao jogar com os miúdos, um pensamento: como é que muita gente reclama do tempo que eles passam colados às consolas e televisões se depois não estão dispostos a estar com os miúdos a explicar e jogar com eles jogos que agradem a ambos???? Tenho 4 irmãos, sendo eu a mais velha (30's) , seguindo-se 2 de 20 anos e dois com 6 e 7 anos, e posso dizer com toda a justiça que prefiro de longe jogar com eles do que com muitos amigos meus, que se entitulam hard core gamers. Explicação: eles jogam para se divertir e não para mostrar que são os maiores. Atenção, não estou a dizer que todos os hard core são assim ou que todos os miúdos se prestam a isso, mas isto é a minha experiência pessoal.

smascrns escreveu:
As pessoas querem jogar e/ou estar com o pessoal que já não vêm há algum tempo, não querem ir para uma sala ouvir alguém falar sobre jogos (pelo menos não neste evento)

Pessoal que quer pôr a conversa em dia não vai a uma convensão, vai a um café. Não é para isso que elas devem existir. Por isso é que há sítio onde as pessoas se juntam para jogar, como acontece nos encontros dos Bordgamers de Lisboa. As palestras são pertinentes para pôr os jogadores em contacto directo com as editoras e os criadores e, mesmo aí, só vai quem tem interesse se os espaços forem relativamente bem definidos dentro da convensão...

Para mim a experiência foi muito possitiva, em particular, a disponilidade e simpatia dos assistentes. Parabens e espero que para o ano seja "mais e melhor bom" :)