Agricultor II
Submetido por jackjaques a Quinta, 12/02/2009 - 05:50.
SEBASTIÃO, Male Rural, Strong2/Dedicated2: Init +1; Defense 15; PF/PV 18.10/12; Atk +6 melee, +4 ranged; SV Fort +5, Ref +1, Will +6; Rep +1; Str 16, Dex 13, Con 12, Int 10, Wis 15, Cha 8.
Skills: Climb +6, Investigate +2, Knowledge (earth and life sciences) +4, Knowledge (theology and philosophy) +2, Listen +6, Sense Motive +7, Spot +5, Survival +7, Treat Injury +5.
Feats: Attentive, Blind-Fight, Brawl, Combat Reflexes, Iron Will, Simple Weapons Proficiency.
Talents: Empathy, Melee Smash.
Languages: Comum.
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Estátuas de sal
Entram ambos na cozinha e Séneca solta um grito seco: “É o cabelo dele ali no chão! Depressa, deve ter fugido!” — e, de facto, levando a mão ao cachaço, apercebes-te de que tinhas perdido o rabo-de-cavalo, e logo te colocas em fuga.
“Vai ali!” — grita Séneca, atirando com o segurança em apertada perseguição. Tentas adaptar-te à escuridão mais rapidamente do que consegues correr apesar de que, virando à esquerda primeiro e logo depois à direita, pensas ter despistado facilmente o segurança. Só que >POW< levas com uma paulada na nuca, desmaiando.
Quando finalmente recuperas, dás de caras não com Séneca ou com o segurança, mas com outra face conhecida: “Não o queria magoar, só não queria que fosse contra nenhuma das minhas estátuas.” — explica-te Helder, o escultor.
Recuperando os sentidos
Sebastião recupera os sentidos, como se de um longo sono tivesse acordado. Enquanto estivera inconsciente, pensara na missão que o tinha ali trazido, e da confusão em que se tinha metido... Será que alguma vez voltaria a ver o planalto?
- "...Nem eu queria de alguma maneira destruir estas suas belas obras de arte... mas tenho razões para acreditar que algumas pessoas nesta mina não pensam o mesmo..."
julgam que é fácil...
"É. Eles não sabem dar o valor. Pensam que as esculturas já nasceram dentro do sal e que eu só as tive de pôr à vista. Mas não foi nada disso! São fruto de muito trabalho e de muito suor!" — expõe, revoltado. "Julgam que é fácil. Que quem fez estas há-de fazer mais..."
Os Verdes
Sebastião desabafa: "Reparou em quem me perseguia?... ... ... Sabe quem são os Primos Verdes?"
[Sense Motive]
cabelo verde?
"Atrás de ti? Era o Séneca da cozinha por causa do cabelo... Sinceramente acho nojento que não usem um chapéu para o cabelo não cair na comida...!" — e, depois duma breve pausa: "Quanto às cores, isso não me diz nada! Por algum motivo fui para escultura e não para pintura!" — nisto, o seu olhar aguça-se e parece fitar o infinito: "Mas ELES não dão valor ao meu trabalho. Pensam que é fácil esculpir. Que é obra do acaso... Eu mos-" — pára de repente, voltando-se para ti: "Ah, também vinha um segurança atrás de ti. Deves estar metido em algum problema... se calhar não és de confiança..."
Nisto vira-te costas e dirige-se à sua mala de ferramentas.
Não te pareceu que estivesse a mentir àcerca dos Primos Verdes, ou em relação a nada do que disse. Pelo contrário: pareceu-te ser muito verdadeiro e expontâneo. E não conseguiste deixar de te assustar com isso...
às escuras
Nisto, Helder pega num martelo de esculpir, dizendo: "Tu não és digno de confiança, pois não...?" — era mais uma afirmação do que uma pergunta. E eis que, antes de mais nada, dá uma martelada no velho candeeiro que iluminava a sua oficina, colocando-vos às escuras!
No entanto, antes de ficarem sem luz, consegues vislumbrar algo no interior da sua caixa de ferramentas: um aparelho mecânico cheio de fios de cores variadas. Só que Helder ignora que também tu estás habituado à escuridão [feat Blind-Fight] e consegues aperceber-te que ele vem com a bujarda para te atacar.
[Ganhaste à Iniciativa. O que queres fazer?]
[Ilustração no próximo post!]
...oh homem, o que foi você fazer!
"Bolas... raio do escultor..." - pensava Sebastião, ao observar o golpe de teatro que Hélder acabara de fazer. E ao vê-lo carregar em sua direcção, resolve tentar surpreendê-lo e carregar também contra ele, na intenção de agarrar o martelo e empurrar Hélder para o chão... para desarmá-lo e agarrá-lo rapidamente para interromper a luta.
"Eu não lhe quero fazer mal Hélder! Acalme-se por favor, senão ainda destruirmos alguma das suas estátuas!"
como se desenrola o desarme?
Diriges-te então a ele para o desarmar.
1> Helder gira o martelo na esperança de te acertar mas, como foste mais rápido que ele, falha redondamente.
2> Na escuridão, sentes o martelo a passar rente a ti e prontamente agarras o braço de Helder, torcendo-o, e fazendo-o soltar a bujarda.
3> És tu quem segura a bujarda agora.
O Helder não estaria nada à espera deste desfecho. Surpreso, fica sem saber muito bem como reagir.
E tu, continuas a querer agarrá-lo...?
[Como se desenrola o desarme?
1> o oponente tem direito a um ataque de oportunidade.
2> fazem-se lançamentos de ataque opostos (neste caso o Helder teve um bónus de +4 por ter uma arma na mão e tu não, mas mesmo assim levaste a melhor).
3> a arma do oponente cai ao chão ou, como não tinhas arma na mão, ficaste tu com ela.]
Sozinhos no escuro
Sebastião tentava acalmar Hélder: "Hélder, por favor... eu não lhe quero mal, percebe? Apenas quero a segurança destas minas, e das suas estátuas de sal!"
Tentando fitar Hélder no escuro, Sebastião apelava aos sentimentos do escultor: 'Eles' acham que as suas estátuas se fazem sozinhas, mas eu sei que não! Elas são preciosas, assim como todas as pessoas que aqui trabalham e que podem estar em perigo! Por favor ajude-me a salvá-las!"
Adiante...
Hélder aproveita esse teu momento mais frouxo para se soltar e logo se afasta a correr, entrando numa abertura por detrás da sua mesa de trabalho. Ouves a porta a fechar-se mal ele passa. Ainda às escuras aproximas-te da sua bancada, onde consegues encontrar um foco de botão. Clicas e a luz acende-se.
Ao iluminares a zona por onde Hélder terá passado apercebes-te de que se trataria de uma porta secreta, pois não encontras nenhum mecanismo que a possa abrir deste lado. No entanto, no chão, encontras vários sulcos que te mostram que Hélder terá arrastado algo muito pesado por ali nos últimos tempos.
Quanto iluminas o outro lado da oficina deparas-te com um estranho aparelho, que envolve um pequeno frasco com um líquido alaranjado, conectado a alguns cabos eléctricos de várias cores, amarrados todos por uma fita castanha com cola numa das faces... ao lado, uma porta. Abres e vês vários frascos, que estariam vazios não fosse um depósito alaranjado.
[Desculpa lá a delonga — agora podes contar com um post novo a todas as 6ª-feiras!]
Hélder, hélder...
"Hélder, hélder, afinal o que andas tu aqui a fazer?" - pensava Sebastião enquanto examinava com cuidado o depósito alaranjado que se encontra dentro dos frascos (contemplando se poderá levar um destes frascos com ele).
Vários pensamentos lhe cruzavam a mente sobre que sítio era afinal esta "oficina", e que relação poderia ter com os "Primos"...
Depois disso, examinaria com cuidado o aparelho mecânico (com muito cuidado para não desligar nenhum fio), e a caixa de ferramentas, ponderando o que poderia levar com ele.
Por fim, tentaria perceber o que terá Hélder andado a transportar pela sua passagem secreta, assim como uma forma de a utilizar. (LISTEN e SPOT na parede)
silêncio no tunel...
Sebastião começa a procurar um meio que lhe possibilite abrir a porta por onde Hélder saiu e, com efeito, pressionando a porta com o pé junto ao chão ela solta-se o suficiente para conseguir enfiar os dedos e abri-la. Começa por tentar ouvir os passos de Hélder, mas esse já estaria bem longe...
Um último relance para o interior da oficina deixa-o entrever uns rolos de papel atrás duma estante. Resolve dar uma olhada. Os primeiros rolos de papel eram esboços de esculturas a partir de vários pontos de vista. Mas, os últimos rolos, mostravam um desenho esquemático do estranho aparelho e, também, duma forma de adaptar esse esquema a bidões com o triplo da capacidade. No canto, surge um emaranhado de tuneis com algumas cruzes marcadas aqui e ali — três no total.
Olhas em volta e apercebes-te de que são nove os frascos vazios que por lá se encontram.
Esquemas...
"Afinal o que é isto?" - pensava Sebastião enquanto comparava o estranho protótipo com o desenho esquemático tentando perceber se conseguiria desmantelá-lo... seria aquilo o engenho explosivo que os primos planeavam detonar?
Após perder algum tempo com o engenho, Sebastião iria tentar seguir pelos túneis até ao local onde estariam as cruzes, usando o emaranhado de túneis no desenho esquemático como referência.
Um último relance na caixa de ferramentas lhe diria se existia algo nela que lhe pudesse dar jeito para desmantelar o aparelho.
what about now?
Algo te diz (Empathy) que, seja o que fôr que Hélder ande a preparar, o mais certo é estar a trabalhar sozinho. Quanto à caixa de ferramentas, o melhor será mesmo levá-la contigo juntamente com a papelada que encontraste.
E agora, o que pretendes fazer?
Túneis
Sebastião resolve seguir pelos túneis, tentando fazer algum sentido do mapa desenhado nos esquemas.
"Vamos lá a ver se percebo o que estas cruzes significam..."
Sempre alerta, Sebastião entra pela passagem adentro...
what about now?
Estes tuneis estreitos não parecem constar do mapa que trazes contigo. Mas, alguns metros volvidos, o tunel termina por detrás de um conjunto de esculturas de sal (com certeza da autoria do próprio Hélder), numa intersecção. Recorres-te ao mapa [Survival check] e lá consegues orientar-te e ter uma ideia geral de onde te vieste parar. Encontras-te a meio caminho entre duas das três cruzes.
Como queres fazer?
Túneis salgados
Sebastião resolve aproximar-se com cautela das estátuas de sal, com a intenção de examiná-las e o que representam.
Após essa inspecção, Sebastião decide tentar 'ouvir' e olhar pelos possíveis caminhos a seguir, e no caso de não notar nada de especial em nenhum deles, seguir pelo da esquerda.
left we go
As estatuetas parecem representar um homem alto e careca que ensina duas crianças, sorridentes, a plantar uma árvore. Agora que pensas nisso, vem-te à memória que já quando te escondeste do Séneca te lembras de ter visto um homem alto e careca entre as estatuetas. Voltas de novo a tua atenção para os esquemas que encontraste (juntamente com a caixa de ferramentas) na oficina do Hélder e, quando te concentras, parecem-te ouvir passos lentos no teu lado esquerdo, que desce ligeiramente.
Segues então pelo tunel da esquerda, sempre encostado à parede do lado mais sombrio (de notar que os tuneis não são iluminados por meios naturais, como no Planalto, em vez disso têm uns pequenos cilindros de 5 em 5 metros que imitem uma luz forte amarelada). Alguns metros depois vês a sombra de alguém que se aproxima. Pelo ar, deve ser alguém entroncado.
de volta às estátuas...
Sebastião resolve cuidadosamente voltar atrás procurando algum sítio para se esconder... Talvez usando as estatuetas que encontrou atrás...
who's coming?
Apercebes-te de que se trata de um segurança. Voltas atrás mas ele dirige-te a palavra:
"Quem vem lá?"
empatia...
Sebastião tenta rapidamente mostrar ao guarda que não significa perigo:
"Sou um ajudante da cozinha... Reparei que o escultor Hélder entrou por estes túneis algo agitado, e quando dei por mim já estava perdido... Encontrei estas ferramentas espalhadas pelo chão e acho que estas minas correm perigo!"
Depois arrisca ainda a perunta: "O senhor conhece o guarda Tull?"
então mas...
"Então mas é ajudante do cozinheiro ou do escultor?" — pergunta, algo curioso.
Uma vez que foste tu a puxar a conversa, consegues ganhar algum tempo. Mas algo te diz que o segurança começa a achar isto tudo muito estranho... parece querer avançar sobre ti para te levar a algum lado — e agora?
Sebastião olha rapidamente
Sebastião olha rapidamente à volta para tentar perceber se as fontes de luz neste túnel são muitas, para saber se valeria a pena tentar apagar a mais próxima de modo a que ficassem às escuras se a situação se complicasse. Enquanto responde:
"Você não está a perceber... Esta é uma situação urgente. Esta mina corre perigo..."
Se o guarda continuasse a avançar sobre Sebastião, ele iria adoptar uma posição defensiva (largando tudo o que o impedisse de lutar em condições)
na penumbra
Há dois focos de luz junto ao local: o mais próximo encontra-se atrás de ti e o mais afastado por detrás do segurança, que te diz:
"É, parece que não estou a perceber lá muito bem. Mas porque é que não vem mas é comigo explicar isso tudo lá em cima na central?" — diz, curioso (mas calmo), enquanto continua a aproximar-se.
[Queres manter-te só na defensiva, aproveitar algo que possa estar dentro da caixa de ferramentas do Hélder, ou tentar continuar só no paleio?]
Ouça!
"Ouça! Não quero ir discutir isto na central, porque as minas estão em perigo é aqui! E preciso da sua ajuda para apanhar quem quer que esteja por detrás disto!" - Sebastião mantinha-se na defensiva durante a aproximação do segurança. Se o segurança se continuasse a aproximar, Sebastião tomaria a iniciativa e atacaria de surpresa o segurança, após olhar para o túnel que seguia atrás do segurança gritando: "Ali!!!". Sim, era o truque mais antigo do livro, mas poderia resultar... tentaria acertar na parte de trás da cabeça do segurança com um golpe rápido de forma a pô-lo "a dormir"...
>THUNK<
"Ali!" — aponta Sebastião, ao que o segurança se volta para trás por breves instantes... E logo Sebastião treina um golpe no seu pescoço. Mas o segurança tem reflexos rápidos e consegue defender-se, respondendo com um pontapé a meia altura que empurra Sebastião para trás!
No entanto, quando o segurança se prepara para voltar à carga, surge um vulto por detrás dele munido com o que parece ser uma pequena estatueta.
Desta vez Sebastião fica sem palavras enquanto olha o vulto. Ao que o segurança lhe responde: "Nessa já não me apanh--" <THUNK> e apanha com a estatueta na nuca, caindo à tua frente.
"O que é que fazes com a minha caixa de ferramentas?" — pergunta Hélder.
[the oldest clichet in dzie book! hehehe]
E então?
"E então, não dizes nada? O que fazes com as minhas ferramentas?" — insiste Hélder: "Andaste a bisbilhotar no meu atelier, foi!?" — a sua face exprime um misto de raiva e desapontamento. Nisto, esbracejando com a estatueta no ar, começa a gritar:
"És igual a todos eles! Mas agora é tarde demais... Tar-de-de-mais! Eles vão ver o que... O director, o Séneca, o meu pai..." — cala-se por uns instantes, como que a recordar o passado.
Ganhaste a Iniciativa - o que queres fazer?
Empatia...
Sebastião ainda surpreso pela ajuda inesperada de Hélder voltava a tentar ganhar a confiança do escultor:
-- "Oh homem mas o que é que você esperava? Primeiro salva-me do Séneca, depois ataca-me sem razão nenhuma, agora volta a salvar-me... Será que me pode explicar o que se passa aqui? Ouça! Eu sei que o Séneca está a preparar alguma, o que eu preciso de saber é se você está metido nisso ou não... Será que você não me quer ajudar a proteger as belas esculturas que habitam nestes túneis? Assim como os ensinamentos que elas lembram?"
AH!
"O Séneca!? AH!" — em tom trocista: "Ele só quer saber dos seus pratos de meia tigela e da sua costela f'rancesca!"
"Mas onde raio fica a F'rança? E quem raio quer saber!? Olha, das minhas esculturas é que ninguém quer saber, podes ter a certeza! Porque é que eu hei-de ser o único!? Se a ignorância do homem destruiu o primeiro mundo, F'rança incluída, não há-de ser a ignorância a destruir as minhas obras!"
...discurso empático
"Oh amigo Hélder! Nem a ignorância nem ninguém vai destruir as suas maravilhosas obras! Não percebe que são as suas obras e a mensagem que elas transmitem que geram esperança e inspiração, e transmitem preciosos ensinamentos a quem tem o privilégio de as observar? Não, Hélder. Enquanto formos vivos, lutaremos para que estas esculturas sejam um farol de esperança para este mundo decadente!"
>BRAKABOOM<
Sentes que o Hélder ficou comovido com as tuas palavras mas, num ápice, volta-se para trás e desata a correr só para... <BRA-KA-BOOM> ser lançado no ar por uma onda de choque que até tu és empurrado para trás...!
Para além disso, a poeira levantada não te deixa ver nada à tua frente — apenas vês um vulto escuro onde o Hélder teria caído ao chão. Aproximas-te, chamando por ele. Pegas nele e puxa-lo uns metros até que finalmente encontras um recanto com menos poeira e, só aí, te apercebes de que, com o estrondo, tinhas ficado surdo.
Mas o Hélder não é o único inconsciente nesse túnel...
Escultor Bombista
"Hélder! Hélder!" - Sebastião tentava reanimar o escultor bombista enquanto olhava em volta para avaliar o estado da situação da caverna. Será que aqueles túneis ainda se aguentariam? - "O que foi você fazer homem... Acorde! Temos de sair daqui!"
three fingers
Não demora muito até que Hélder recupere a consciencia e, deparando-se com tal cenário, desata aos berros (não que consigas ouvir alguma coisa) e a esbracejar. Tossindo, começa a esbracejar e, agarrando-se a ti, começa a repetir qualquer coisa. Mas logo percebe que não o hás-de conseguir ouvir...
Com algum esforço, levanta-se e volta a dirigir-se À poeira de onde tinhas acabado de o trazer. Não demora muito a regressar, trazendo com ele a sua mala de ferramentas e, com algum esforço, arrasta o tal segurança que ainda há pouco colocava inconsciente.
Faz-te sinal que trates dele e mostra-te a mão com tres dedos esticados. Depois estica só um apontando para trás de si, para a explosão que acabara de ocorrer. Estica dois dedos e aponta para si e para a mala de ferramentas. E depois estica de novo os tres dedos e aponta para ti, ao que desenha no chão o símbolo da cozinha, um círculo e, no seu interior, <5.
Sebastião tentava decifrar
Sebastião tentava decifrar os gestos que o escultor ía fazendo enquanto pensava em voz alta como se a confirmar cada gesto que Helder fazia:
"Cuidar do segurança... ok... ...três bombas?... uma explodiu... outras duas... vais desarmá-las..? Na cozinha... outra bomba?? menos de cinco ?? minutos??"
Sebastião começava a entrar em pânico, não entendendo completamente a mensagem que o escultor lhe tentava transmitir...
Não perdendo tempo iria tentar reanimar o guarda (Treat Injury), para que pudessem seguir juntos para a cozinha...
who's to blaim?
O Hélder sai logo a correr e tu lá tentas reanimar o guarda que, com efeito, acorda todo abananado, levando a mão à nuca. Ao que tu lhe explicas: "Foi uma explosão!" — ele olha em redor e toda aquela poeira dá-lhe a confirmação. Ao que parecia não tinha ensurdecido com o estrondo. No entanto, parecia estar a voltar a perder a consciência.
"Há outra bomba! Temos que evacuar a cantina!" — gritas-lhe para que se mantivesse acordado.
"Vim agora de lá!" — responde Tull, (parece que começas a ouvir outra vez, baixinho) que tinha vindo a correr. E, voltando-se para trás: "Doutora, parece que tem ali quem precise da sua ajuda." — era uma médica que o acompanhava. Ela, pergunta-te: "Ficou mais alguém debaixo dos escombros?" — ao que respondes, secamente, que não sabes.
O Tull diz-lhe que ajuda já virá a caminho e, contigo, toca de correr pelos tuneis em direcção à cantina.
Pelo caminho explicas-lhe que afinal o bombista era o escultor, que ainda havia mais duas bombas por explodir e que deviam explodir com 5 minutos de intervalo. O Tull diz-te que continues sozinho que ele tinha que avisar o resto dos guardas para tentarem evacuar também o máximo de mineiros que ainda estivessem por aqueles túneis, ao que aproveitas para lhe dar o mapa que tinhas encontrado no atelier do Hélder.
Uma vez na cantina, começas logo a dizer aos presentes para correrem para o exterior. Mas o Séneca quando te vê desata a gritar:
"Ainda te atreves a mostrar a cara!? Isto é tudo culpa tua!!!" — perante a incredulidade de uns quantos de estudantes que lá se encontravam a jantar.
[EDIT: Antes de responderes vai ler este thread e, se preferires, podes mesmo responder lá.]
XP > 4th-level
O Sebastião atingiu o 4.º nível!!! Agora, das duas uma, ou passa a Strong 3/Dedicated1 ou passa a Strong2/Dedicated2.
No primeiro caso, ganha:
Extreme Effort - Ganhas um bónus de +1 num lançamento de Strength.
Ignore Hardness - Quando fizeres um ataque a um objecto para o partir, consegues ignorar 1 ponto de dureza.
Improved Melee Smash - Ganhas um bónus de +1 (para um total de +2) no dano melee.
No segundo caso, ganha:
Alertness - Bónus de +2 em Listen e Spot.
Attentive - Bónus de +2 em Investigate e Sense Motive.
Deceptive - Bónus de +2 em Bluff e Disguise.
Meticulous - Bónus de +2 em Forgery e Search.
Weapon Focus - Bónus de +1 ao lançamento de ataque com uma dada arma.
Seja como fôr, em qualquer dos casos, ganha:
Em que classe escolhes então subir o novo nível, Strong ou Dedicated?
Planalto Verde — a recepção
Depois de deixar Katsuhiro e Dodoni com os guias, Tull acompanha-te ainda por um bocado, enquanto vão entrando a fundo pelo Planalto adentro.
[Alguma questão que lhe queiras colocar antes de te dirigires a Cayla?]
reencontro
No final Tull segue por outro tunel mas nao sem antes te deixar uma palavra:
"Espero que a conversa com Cayla te de algumas respostas." — e, como um pai ao deixar o seu neofito no seu primeiro dia de Creche*: "Boa sorte!"
Segues entao ao encontro de Cayla que estava ja a tua espera:
"Senta-te, senta-te..." — enquanto terminava de tratar da papelada: "Vejo que regressaste bem mas,... para alem de um bocado abalado nao pareces ter mudado como eu esperava." — levanta-se e aproxima-se: "Teao, eles continuam a pressionar-me e eu estava a espera que tu me conseguisses ajudar mas, se esta pequena caminhada nao bastou para que descobrisses o teu elemento, nao sei ate que ponto vais continuar a ser-me util..."
* Creche = Escola
Sebastião não sabia como
Sebastião não sabia como reagir àquele reencontro. Embora estivesse feliz por voltar ao planalto, as duras palavras de Cayla caíam mais uma vez no fardo que ele sentia carregar durante a sua vida. Ele não tinha utilidade para Cayla assim como não tinha utilidade para Emerson... Mas Sebastião estava de facto diferente:
"Cayla, se há algo que eu aprendi nesta viagem, é que até a mais pequena gota de água, pode ser o suficiente para fazer transbordar um rio... Lamento não ter conseguido impedir a calamidade que se passou, mas também sei que esta experiência mudou a minha maneira de olhar o mundo e as pessoas que nele habitam. Se sou "apenas" um neófito, talvez seja porque o meu elemento são as pessoas, e a vontade de não as ver sofrer. Obrigado por esta oportunidade Cayla."
Assertivo, Sebastião esperava agora ser escusado pela Primógenita para regressar a casa.
Ai Teão...
Cayla ouve calmamente a tua resposta sorrindo, mas sem conseguir esconder-te um nervosismo dissimulado. Ao que te responde:
"Ai Teão, se esta caminhada não serviu para te encontrares então não consigo justificar mais a tua presença aqui. Volta lá para as tuas alcachofras!" — diz-te, não sem algum desdém.
O caminho do neófito
(calma Sebastião... calma)
Aquela última frase de Cayla mais uma vez raspava a dignidade que o neófito camponês tardava em construir... Mas o seu auto-controlo tinha melhorado substancialmene, e a única coisa que sentia agora era pena de toda aquela situação... Pena que Cayla se tivesse deixado dominar por todas aquelas pessoas, que a criança, a jovem que um dia tinha conhecido estivesse desaparecida por tràs da Primogénita...
"-Muito bem. Assim sendo e com a sua permissão, volto para a minha casa... Confesso que já tenho algumas saudades das minhas vágens violáceas... (sorriso) ...Se algum dia quiseres uma boa refeição do campo, aparece. Terei muito gosto em te receber Cayla."
E assim, Sebastião iria regressar a sua casa... logo após se despedir do seu companheiro Tull...
reencontro com Tull
Encontras-te com Tull pouco depois. Trazia um sorriso na cara:
"E então, que te pareceu ela? A mesma Cayla de sempre, hein?" — e, apesar de a vossa conversa não ter ficado por aí, as primeiras palavras de Tull acompanhadas de um sorriso tão forçado não te saiam da cabeça...
mudanças
Sebastião desabafava com Tull e atentava para as suas reacções:
- "Não Tull, não me pareceu. Mas sinceramente após estes anos todos, se calhar é uma ilusão pensar que as pessoas não mudam assim tanto..." - e, aproximando-se de Tull, para garantir que não estaria a ser escutado por ouvidos alheios - "O que se passa com Cayla afinal? A mudança dela parece-me demasiada para ser justificada apenas com as pressões subjacentes à primogenitura..."
interrupção inesperada
Tull mostrava-se aliviado:
"Ouve Sebastião, a Cayla..." — ao que é interrompido por um trio já vosso conhecido que caminhava pelo corredor, algo distraídos com o jardim: Dodoni e Katsuhiro, mais o guia que lhes indicava o caminho. Dodoni parece perceber que Tull não se sentia confortável ao que este, com alguma tensão na voz, tenta disfarçar:
"Bons olhos os vejam!"
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