D&D 4th Edition - Últimas Notícias

Na sequência da notícia do anúncio do lançamento da quarta edição em Maio do próximo ano, queria criar este tópico para continuarmos a colocar aqui o que se vai sabendo a partir da Wizards of the Coast e os nossos respectivos comentários. Já muito foi referido no thread anterior, por isso acho que é melhor passarmos a acompanhar estas informações aqui no forum de D&D.

Hoje foi colocado um novo playtest report (para quem não se quer registar no Insider, veja-o aqui) que confirma algumas novidades:

  • Warlord é mesmo uma classe da nova edição. Parece desempenhar o papel de leader. Talvez substitua o bardo?
  • A mecãnica de second wind de Star Wars Saga vai ser utilizada. Isto permite ás personagens recuperarem HPs sozinhas uma vez por encounter.
  • As personagens (e provavelmente os monstros) podem ter a abilidade de fazer counterattacks.

Opções de visualização dos comentários

Seleccione a sua forma preferida de visualização de comentários e clique "Gravar configuração" para activar as suas alterações.

Mais umas migalhas...

David Noonan's Blog escreveu:
Social Challenges: The uninterrupted thinking time on today's run got me to thinking more about Thursday night's playtest. A couple of thoughts.

1) When I talk about "roll, then talk" or "talk, then roll," I think we can pull it off so that some people at the table can do it one way, and others at the table can do it the other way. Or even that a player could shift between 'em from round to round. As long as the DM doesn't provide feedback until both roll and talk are done, then everything works just fine.

2) Reading message board traffic, it doesn't surprise me that people feel strongly about the relative importance of stats-and-rolls vs. at-the-table dialogue. But you know what does surprise me...at least a little? How quickly otherwise-reasonable gamers cross the line into saying, "You're doing it wrong" to people in the other camp. Vive la difference!

3) Eric Noah is pretty good at sussing out our future rules, at least in part. He's clearly had lots of practice, right?

4) Maybe the biggest change that we're contemplating is that no matter where you are on the roll-talk continuum, it's going to be more than a single exchange that determines whether you overcome the challenge. Or at least let me put it this way: A single exchange is as likely to determine a social outcome as a single attack roll is likely to determine a combat outcome.

5) "Exchange" is probably not going to be a game term. I'm just using it like (gasp!) a regular word.

_____________________________________________________________
Evil never dies, it just waits to be reborn...

para quem já não sabe do que estamos a falar

Esta é uma entrevista recente a um dos lead designers de 4th Edition.

E para quem ver uma amostra

E para quem ver uma amostra do estilo dos monstros em 4th edition, basta verem o MM V no qual (e segundo a propria WOTC) os monstros ja usam tacticas de 4ª ediçao.
Ou sejam com os tais counter atacks em caso de x coisa acontecer, etc.
Muito mais fácil usar os monstros por parte do DM e lutas mais activas.

Previews de 4a Edição

Sairam recentemente dois livros da WOTC que fazem um preview de 4a edição.

o Races & Classes e o Worlds & Monsters

deixo aki uns links com uma review para cada livro.

http://www.rpg.net/reviews/archive/13/13546.phtml

http://www.dragonavenue.com/dragonavenue_mainsite/post/review_worlds_and_monsters/

 

Eu estive a ler o Races & Classes e posso afirmar que acho que o espirito de D&D continua em 4a edição. Existe uma coisa ou duas em que se fica a pensar como ira funcionar dps na pratica, mas no geral sao coisas que precisavam de ser refinadas. Por exemplo o enorme numero de skills existentes em 3a foi passado pa cerca de metade, atraves de "fusão" de skills existentes. Eles dao o exemplo do Spot e do Listen. "Quem é que quer um e não o outro? Poucos." Dessa forma aparentemente passou a haver um skill que faz a função do Spot e do Listen.

 

Uma coisa que não foi dita na review de Races & Classes e que no pequeno paragrafo que fala sobre os paladinos, deixam no final duas palavras no ar: Evil. Paladin.

Sera que vamos passar a ter Paladinos Evil?

Meh...

Após ter passado algum tempo da noticia inicial e de ter digerido muita informação, sou da opinião de que esta nova versão não mantém o espirito do D&D.

Começa logo pela sua ideia base que todos os PC ao serem criados são herois, e logo em nivel estão num estatuto muito acima do normal.

O D&D nunca foi assim.

A partir daí escala com modificações queno seu geral são no minimo dubias, desde a ligação entre role e classes, quando esta deveria ser cortada, até à mais recente onde nesta nova edição
só se pode usar um anel mágico em nivel 11 e dois ao mesmo tempo apenas em nivel 21...

Nem tudo é mau e é injusto criticar a roda sem ter visto o carro todo, mas o global das alterações mais a forma como todo o processo foi conduzido por parte da WotC
faz com que a minha opinião actual seja um simples; meh...

E como um meh... não justifica nenhuma mudança, se algum dia tencionar jogar "herois" de "nivel 1" dou claramente preferência a Exalted.

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

Dos factos concretos que já

Dos factos concretos que já vi, agradaram-me e deixaram-me ao mesmo tempo intrigado, e falo da intro dos elfos e das stats do Pit Fiend.
Passar a haver aparentemente uma única AC e não as três do costume é interessante bem como as acções reactivas dos monstros (e como já disse aqui, deêm uma olhadela ao MM V).
Não vejo onde isto irá transformar D&D num boardgame ou num WOW.
E isto do ponto de vista de alguem que joga regularmente D&D....

D&D 4th

Tive oportunidade de olhar para o livro de Raças & Classes, e há algumas coisas que acho piada, outras menos.

Piada:

Classes claramente definidas por papéis em combate: os porradeiros estão lá para levar dano e aguentar a linha, os ladrões estão lá para fazer dano, os magos para fazer dano a muita gente, e os clérigos para curar; outras classes são variações disto, como por exemplo o Warlord, um porradeiro controlador. Giro, mas muito MUITO boardgamish.

Há uma definição gira para os porradeiros que são os tipos de luta que podem ter: um gajo com espada e escudo luta de maneira diferente de um gajo com lança, por ex, e a nova edição reflecte isso. Muita piada nisto.

As raças já não têm ajustes de níveis, antes têm feats raciais que os jogadores podem apanhar. Numa raça nova e muito gira, os dragonborn, existem feats para breath weapons e para asas. Extremamente giro.

Os halflings cresceram e foram para os pantanos. Os gnomos agora são maus.

Menos giro:

Parece ser uma edição a puxar muito mais ao boardgame que qualquer uma das outras. O comentário dos criadores foi: vamos ver o que cada uma faz em combate, e depois logo vemos o que elas fazem fora do combate. Bom, mas D&D sempre foi um jogo de "kill things and take their stuff", por isso se calhar até é uma evolução lógica.

Todas as classes sem excepção têm por isso 2 tipos de elementos: dentro do combate (aguentar, dar dano, controlar, curar), e fora do combate (que não percebi exactamente o que era).

Expectativas:

Jogar um dragonborn porradeiro com lança deve ser giro. :-)

--~~--

Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

já foi a d&d experience

Com já muita informação disponível no site oficial da Wizards, quem estiver interessado já pode ter uma ideia bastante concreta do jogo que vai sair em Junho. Entretanto, num passado fim-de-semana, houve a primeira sessão de demonstrações de 4th Edition com a D&D Experience.

A partir desse evento, temos agora disponíveis as personagens pré-feitas e foi compilado um .pdf com toda a informação disponível sobre os monstros utilizados e as regras. Com base nesta informação, já há pessoal a experimentar quarta edição.

O pre-order dos core books já está disponível na Amazon.

e fora da WotC?

Tudo indica que 4th Edition não vai ser OGL, ou pelo menos vai funcionar com uma licença diferente. Diz-se que as editoras que queiram ter acesso antecipado ás novas regras têem que pagar bem caro. Aparentemente, a Necromancer Games já se chegou à frente enquanto a Paizo já se chegou atrás.

Paizo

A atitude da Paizo Publishing é de louvar e uma atitude cheia de coragem.

Desde logo mostram a diferença relativamente à Wizards com um playtest aberto e onde não se esconde nenhum conteudo!

Espero que tenham o maior sucesso possivel!
_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

kill monsters - take their stuff

Com o passar do tempo, um bom link para acompanhar previews oficiais é o Design & Development, onde já se falou, por exemplo, das novas regras para hit points, magic items, critical hits e feats. O jogo parece estar bastante mais coerente e mais evidente naquilo que os seus autores querem fazer com ele.

Entretanto, os três livrinhos já estão a ser impressos.

Nazgul escreveu:
A atitude da Paizo Publishing é de louvar e uma atitude cheia de coragem.

Acho que é mais inteligência que coragem. Têem muito material e muita experiência que não querem põr em risco a correr atrás da WotC. A seu tempo, hão-de publicar material para quarta edição. Até lá, resta saber se o pessoal que já tem 3.0/3.5 estará interessado em passar para "3.75" :) Já votaste neste thread da rpg.net?

Rick Danger escreveu: O

Rick Danger escreveu:
O jogo parece estar bastante mais coerente

Isso depende obviamente do ponto de vista... ;)

Rick Danger escreveu:
e mais evidente naquilo que os seus autores querem fazer com ele.

Aqui já concordo contigo!

Rick Danger escreveu:
Já votaste neste thread da rpg.net?

Nopes.

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

objectivamente coerente

Nazgul escreveu:
Rick Danger escreveu:
O jogo parece estar bastante mais coerente

Isso depende obviamente do ponto de vista...

..e por coerente quero dizer mais focado naquilo que os designers pretendem. Além disso, há menos tipos diferentes de mecãnicas, nomeadamente deixou de haver o d100 para estabilizar hit points por exemplo.

Concordo

Rick Danger escreveu:
por coerente quero dizer mais focado naquilo que os designers pretendem. Além disso, há menos tipos diferentes de mecãnicas, nomeadamente deixou de haver o d100 para estabilizar hit points por exemplo.

Concordo. Acho que muito disso também tem a ver com o facto de se libertarem, de certa forma, do peso das edições anteriores. Na transposição da Segunda para a Terceira, na minha opinião, sacrificou-se muito em prol de se querer manter um fio condutor que permitia a conversão directa de uma edição para outra. Isso induzia erros logo à partida, porque alguns dos problemas de Segunda passaram subtilmente para a Terceira.

Com esta nova edição eles decidiram deixar essas restrições para trás e construir o jogo (quase) de novo, com base apenas naquilo que achavam relevante manter para que esta nova versão de D&D ainda fosse reconhecível como D&D, sem ficarem presos a muitas convenções mecânicas do passado, e simplificando o sistema todo ao longo do processo (se calhar demais em alguns pontos). Não quer dizer que o resultado final seja perfeito (e não vai ser, existem imensas coisas que ainda me soam "esquisitas" e mecânicas já reveladas que não me agradam muito), mas acredito que será muito mais coeso e consistente.

Agradar a todos é que não vai de certeza, pelo menos no início. Dai que eu acho que a posição da Paizo é, como já foi dito aqui, inteligente. Começa, de antemão, a preparar-se para aproveitar esse nicho de mercado que surge com o fim do suporte da 3.x por parte da WotC.

---
Sérgio
Draconus Dictum - Roleplay, diários de campanha, comentários e não só.

smpb escreveu: Concordo.

smpb escreveu:
Concordo. Acho que muito disso também tem a ver com o facto de se libertarem, de certa forma, do peso das edições anteriores. Na transposição da Segunda para a Terceira, na minha opinião, sacrificou-se muito em prol de se querer manter um fio condutor que permitia a conversão directa de uma edição para outra. Isso induzia erros logo à partida, porque alguns dos problemas de Segunda passaram subtilmente para a Terceira.

Com esta nova edição eles decidiram deixar essas restrições para trás e construir o jogo (quase) de novo, com base apenas naquilo que achavam relevante manter para que esta nova versão de D&D ainda fosse reconhecível como D&D, sem ficarem presos a muitas convenções mecânicas do passado, e simplificando o sistema todo ao longo do processo (se calhar demais em alguns pontos). Não quer dizer que o resultado final seja perfeito (e não vai ser, existem imensas coisas que ainda me soam "esquisitas" e mecânicas já reveladas que não me agradam muito), mas acredito que será muito mais coeso e consistente.

Agradar a todos é que não vai de certeza, pelo menos no início. Dai que eu acho que a posição da Paizo é, como já foi dito aqui, inteligente. Começa, de antemão, a preparar-se para aproveitar esse nicho de mercado que surge com o fim do suporte da 3.x por parte da WotC.

Resta agora saber se esta suposta simplificação vai ser benéfica ou não para o D&D.
Para já está a conseguir fracturar a comunidade de jogadores de D&D a um nivel nunca antes visto.

Algumas das alterações que sairam até fazem sentido, grande parte (para mim)são despropositadas e levam o jogo a um patamar que se afasta cada vez mais do que é o D&D, contudo, sem ver o produto final é difícil tecer um comentário justo e apropriado.

A Paizo fez uma jogada inteligente sim, mas quanto a mim principlamnete de grande coragem pois se a adesão à nova edição for massiva (o que eu duvido) a sua aposta vai ser um fiasco.

É um grande risco que estão a correr.

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

sim e não

Nazgul escreveu:
Algumas das alterações que sairam até fazem sentido, grande parte (para mim) são despropositadas e levam o jogo a um patamar que se afasta cada vez mais do que é o D&D, contudo, sem ver o produto final é difícil tecer um comentário justo e apropriado.

Eu não diria que grande parte sejam despropositadas, mas há umas quantas que me fazem uma sincera confusão. O uso de marcas em personagens marciais, as healing surges, a rapidez com que se recuperam, globalmente, hit points ... é stream-line em excesso. Compreendo que uns meios influenciam outros e vice-versa, mas às vezes parece-me que o pessoal da WotC andou a jogar World of Warcraft a mais.

Para além disso, não abona nada a favor deles que estejam - propositadamente - a omitir detalhes do suposto sistema de encontros sociais, que surge com esta edição, até ao lançamento oficial dos livros. Demonstra pouca fé naquilo que criaram, na minha opinião.

Nazgul escreveu:
A Paizo fez uma jogada inteligente sim, mas quanto a mim principlamnete de grande coragem pois se a adesão à nova edição for massiva (o que eu duvido) a sua aposta vai ser um fiasco.

É um grande risco que estão a correr.

Será assim um risco tão grande? É uma pergunta sincera, não tenho completamente noção. Não diria que a Paizo seja uma empresa pequena e de poucos recursos. É possível que sejam capaz de se multiplicar em diversos projectos, aproveitando o "lento" nascimento da Quarta Edição (cuja adesão vai acontecer, mas a aceitação por completo deve ser atrasada até pelo menos os rulebooks de Forgotten Realms e Eberron estarem disponíveis) para ganhar algum mercado naqueles jogadores que querem dar continuidade (pelo menos para já) às suas campanhas de 3.x, ao menos tempo que se pode estar - por trás da "cortina" - a preparar para se adaptar à nova edição para também ela lançar produtos assim que seja possível.

A Paizo pode enveredar, para já, por uma outra direcção mas não me parece que esteja a virar completamente costas à Quarta Edição. Está meramente a aproveitar-se do nicho criado durante a fase de transição.

---
Sérgio
Draconus Dictum - Roleplay, diários de campanha, comentários e não só.

consenso

Nazgul escreveu:
Para já está a conseguir fracturar a comunidade de jogadores de D&D a um nivel nunca antes visto.

Nem por isso, acho até que há um relativo consenso. Do que vi nas votações que têem havido - quer no fórum oficial da Wizards, quer na rpg.net - 70 a 80% das pessoas dizem ser a favor da nova edição.

No entanto, eu compreendo que muita gente já gastou bastante dinheiro em grandes colecções de 3.0 ou 3.5 e que é difícil aceitarem mudar para uma nova edição que é relativamente incompatível com as anteriores. Eu mesmo tenho uma colecção quase completa de Exalted 1st Ed e não estou propriamente interessado em voltar a comprar um corebook. Por outro lado, nunca comprei nenhum livro de D&D e, por isso, estou disponível para começar com esta edição.

Entretanto, esta semana foi revelado o novo dispel magic e, para que não pensem que a WotC agora é só 4E, foi também publicada uma nova errata para terceira edição ;)

Consenso? Andamos de

Consenso?

Andamos de certeza a ler coisas em sítios muito diferentes... :)

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

não é fracturante

Nazgul escreveu:
Andamos de certeza a ler coisas em sítios muito diferentes...

É a impressão que me dá. Há quem goste, quem esteja indiferente e alguns poucos detestam. Quais são as tuas fontes? Se preferes o fórum oficial, este thread é um possível exemplo do que estou a falar. Experimenta começar lá uma discussão e vais ver que a maior parte do pessoal está a favor de 4th Ed.

Na realidade o único forum

Na realidade o único forum que leio regularmente da WotC é o Concerns and Criticism, e tudo o que se passa por lá é tudo menos concensual...

De qualquer modo os interveniente são quase sempre os mesmos, por isso uma amostra do que se passa nesse forum não é em nada representativa do universo em questão.

Posso também contrapor que o facto da Paizo ter avançado com um "alongamento" da edição 3.5 é mais representativo (tendo em conta que muito provavelmente fizeram um estudo de mercado) do que uma minoria vocal num forum de discussão...

No meu ponto de vista muitos jogadores ou ainda preferem 3.5 (por diversas razões) ou não pretendem mudar para a nova edição tão cedo...

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

Não será isso...

Nazgul escreveu:
No meu ponto de vista muitos jogadores ou ainda preferem 3.5 (por diversas razões) ou não pretendem mudar para a nova edição tão cedo...

Não será isso um simples reflexo normal de cautela? Não leio esses fóruns com a merecida regularidade (e se calhar devia fazê-lo antes de comentar) mas essa massa crítica de que falas, que ainda preferem a 3.5, não será motiva em grande parte por um sentimento de resistência à mudança e de algum receio em "abraçar" algo novo, mas ainda muito desconhecido, em detrimento de algo familiar em confortável?

Ou achas que, ao invés dessa tendência reverter um pouco assim que os livros sairem, ela só se vai acentuar?

---
Sérgio
Draconus Dictum - Roleplay, diários de campanha, comentários e não só.

Rick Danger escreveu:

Rick Danger escreveu:
Nazgul escreveu:
Rick Danger escreveu:
O jogo parece estar bastante mais coerente

Isso depende obviamente do ponto de vista...

..e por coerente quero dizer mais focado naquilo que os designers pretendem. Além disso, há menos tipos diferentes de mecãnicas, nomeadamente deixou de haver o d100 para estabilizar hit points por exemplo.

Sim, nesse aspecto está bem mais coerente.

Quanto aos tipos de mecanicas diferentes...nunca vi nenhum problema em usar mecânicas diferentes para situações diferentes, afinal de contas o jogo utiliza 6 tipos de dados diferentes...
Não tarda, em virtude da simplificação, só se usa um d20 para tudo... ;)

Enfim, são opiniões!
_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

movimentações na open license para 4E

Neste thread da EN World, vemos que esta questão com os third-party publishers ainda está pouco clara. É ainda possível que a OGL se extenda a quarta edição ou que publiquem uma licença mais restritiva, mas também podem simplesmente não abrir este novo D&D a outras empresas.

No thread, o Clark Peterson dá a entender que o negócio da própria Necromancer Games (que já estaria disposta a avançar para 4E) está a ser posto em causa.

Opiniões à parte...

Opiniões à parte, já alguém experimentou usar as novas regras que vão aparecendo nas vossas próprias campanhas? CRIT e Death and Dying, por exemplo? Alguém fez playtest!?

____________________________________________
Just when you think you've learned the rules, someone revises them.

Sim e não

jackjaques escreveu:

Opiniões à parte, já alguém experimentou usar as novas regras que vão aparecendo nas vossas próprias campanhas? CRIT e Death and Dying, por exemplo? Alguém fez playtest!?

____________________________________________
Just when you think you've learned the rules, someone revises them.

Na campanha onde participo temos a variação às regras de death and dying, que eles sugerem para 3rd, em uso. E uma coisa é certa: nota-se bem o aumento de durabilidade das personagens. Como temos tido sorte nos lançamentos de d20's (o passo 3 da alternativa que eles especificam), personagem que "vão ao chão" têm sobrevivido melhor.

No entanto, ainda não usamos isto à muito tempo, pelo que, não é coisa que tenha acontecido muitas vezes, o que dificulta uma apreciação aprofundada. Por exemplo, ainda não aconteceu alguém nessas condições ter rolado um 20, logo, não sou capaz de te dar um exemplo prático de como isso influenciou o fluxo de um combate.

Se isso acontecer, e me lembrar, venho cá comentar.

Em relação a regras alternativas para os criticals com base no que está indicado no artigo, não usamos. Principalmente porque fazemos uso, à bastante tempo, de uma tabela para criticals, proveniente de outra fonte, que não é exactamente compatível.

---
Sérgio
Draconus Dictum - Roleplay, diários de campanha, comentários e não só.

Playtesting

Vou inserir estas alterações nas minhas campanhas.

Numa estou algo apreensivo - é que as personagens são do 1º nível e têm menos HP que em D&D 4th (segundo consta)... Por outro lado, os jogadores não estão lá muito familiarizados com as regras de D&D 3rd, por isso, qualquer alteração que surja, desde que bem explicada, será bem aceite!

Noutro caso, vou experimentar usar isto numa campanha PBEM de d20 Modern (v. fluXus) que, por se passar nos dias de hoje, pode ganhar um sabor mais cinemático - o que, de antemão, me agrada...

Well, depois direi mais coisas!

um outro ponto de vista

Settings em 4ª ed

Com estas novas, até eu estou a pensar gastar guito isto, oh camaradas.

Citação:
Forgotten Realms 4e is three books, period, done, end of line: Forgotten Realms Campaign Guide, Player’s Guide to FR, and DM’s Guide to FR. All settings will be done like that, one per year, until they run out of settings. They mentioned Greyhawk, Ravenloft, Dark Sun, and Spelljammer as settings on their list! Eberron, of course, is the ‘09 setting release (same three books), but it will also get DDI updates starting in June

Daqui. Ter o Eberron e o Dark Sun em apenas 3 livros cada setting, é excelente.

--~~--

Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Hmmm...

Faz sentido: aumentam o número de universos aumentam as expansões dos jogos de miniaturas! ;P

Por outro lado o buy-in para cada universo vai parecer ser mais pequeno o que atrai mais jogadores.

P.S.: Dark Sun?! E Planescape não? Ou Birthright?! Eh eh.

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

sopadorpg.wordpress.com - Um roleplayer entre Setúbal e Almeirim
Ludonautas Podcast - Viajando, sem nos movermos, pelos mundos do RPG

Já andam a circular

Já andam a circular algumas fotos dos livros, que podem ver abaixo:

--~~--

Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Lido o PHB...

Já tendo lido o novo PHB acho que posso tecer alguns comentários ao conteúdo do mesmo.

Antes disso quero salientar que ainda não experimentei jogar, apenas li a regras e como tal tudo o que disser abaixo poderá mudar assim que o fizer.
Também queria referir que tudo o que disser abaixo é a minha opinião pessoal sobre as novas regras e como tal, vale o que vale…

Cá vai disto então:

Design:

O livro é uma leitura agradável e bem estruturada.

A informação está bem distribuída e normalmente concentrada onde se faz referência ao assunto (ou então refere a página) o que poupa tempo na procura.

A arte é boa embora algumas imagens pareçam um pouco “digitais” demais para o meu gosto, parecem feitas a computador (e provavelmente até o são) mas no geral a arte é boa e em algumas situações ocupa uma página inteira!

Alguns pontos a salientar:

Ao ler o livro e passar pelos capítulos das raças e classes tive uma confirmação e uma surpresa.

Tive a confirmação de que o jogo é um MMORPG em “pen and paper” ou pelo menos uma tentativa disso.

Mas a grande surpresa que tive foi o facto de ter a nítida sensação de estar a ler as regras para um “collectible card game” um pouco mais complexo.

Todas as classes seguem o mesmo “esqueleto” de design e funcionam de mesmo modo o que é um pouco estranho para o que nos habituou o D&D.
As classes não spellcasters parecem ser spellcasters quando usam os seus poderes, e estão estranhamente equilibradas, ou seja de um modo geral, todas as classes fazem o mesmo “nível” de dano e efeitos quando estão nos mesmos níveis.

O wizard aparenta ser o novo fighter desta edição; como “controller” deixa algo a desejar. Todas as outras classes também fazem controlo de batalha ao nivel do wizard e fazem ainda mais coisas referentes à sua própria classe…weird…

A grande luta para acabar com o "Eu ataco" e "Dou 10 de dano" foi bem sucedida, agora usa-se "Eu uso o poder at-will X" e "Dou 10 de dano".
Os ataques regulares parecem obsoletos e sem razão de existir.

Basicamente temos agora 5 alinhamentos; Lawful Good, Chaotic Evil, Good (o antigo Chaotic Good), Evil(o antigo Lawful Evil) e tudo o que tinha Neutral no nome passou a Unaligned.
Mais valia terem acabo com os alinhamentos...

O skills estão reduzidos em número e agora toda a gente soma metade do nível a qualquer skill que use, mesmo não tendo qualquer tipo de treino nele. Se tiver treino soma mais 5 ao mesmo. A mesma regra de metade do nível se aplica aos ataques e defesas.

Para quem queria “simplificar” substancialmente as regras, falharam redondamente, estas são tão complexas como as da edição anterior.
Para um newbie não vejo como ele possa facilmente abraçar o jogo quando lhe põem uma personagem já feita à frente, ou como poderá demorar menos tempo a fazer a mesma, tendo em conta que terá que ler todos os feats, skills e habilidades que pode escolher para a sua classe, isto claro se souber de antemão que classe quer fazer.

Os verdadeiros feitiços foram transformados em Rituais. Estes têm um tempo de conjuração e um preço associado de componentes, mas o mais engraçado de tudo isto é que qualquer classe tendo acesso a dois feats pode utilizar Rituais! Ou seja poderemos ter fighters a fazer Raise Dead...

Como suspeitava toda a estrutura dos poderes e mecânicas de jogo parece estar desenhada para ser especificamente inserida num “jogo de computador”…chamado D&D Insider.

Conclusão:

Olhando para o que pretende, o jogo parece conseguir os seus objectivos.

Pessoalmente não me desiludiu porque também as minhas expectativas não eram altas, mas também não me fascinou ao ponto de justificar uma mudança.

Vou experimentar jogar mas muito provavelmente não vou gastar dinheiro no jogo nem mudar de edição para os meus jogos de D&D.

Não haja grandes dúvidas, esta edição é um novo jogo com o logótipo “Dungeons and Dragons” estampado na capa.

A nota que lhe dou é um… mheee…

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

Simplesmente...

Brilhante!!!

:)

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

quem já os tem?

Já agora, podias noticiar onde se arranjou essa advanced copy? :) Acho que foi a buy.com que pôs o jogo à venda antes do tempo, mas será natural que algumas lojas se tenham antecipado em resposta e já haja algum .pdf a passear pela net.

Da minha parte, devo receber o meu pre-order da Amazon na próxima semana. Digo-vos alguma coisa quando os conseguir ler.

Entretanto, não levo a mal o jogo ser uma aproximação aos MMO. Também se pode evoluir a copiar de quem nos copiou :) Em relação à suposta simplificação do sistema, manter-se a mesma complexidade para os jogadores é algo com que já contava, mas tenho esperanças que D&D se tenha tornado menos complexo para quem está a mestrar. De qualquer forma, tenho pena que a criação de PCs continue a ser tão lenta (será tão aborrecida?).

Há mais coisas que quando tiver os livros poderei comentar, mas, para já, julgo estar de acordo que este é um jogo bastante diferente do que D&D foi até agora. Espero que seja para melhor.

Nazgul escreveu:
Brilhante!!!

Muito fixe :) particularmente a receita para fazer gelatinous cubes.

Torrent...

Há já cerca de 3 semanas que os 3 manuais andam a circular em pdf na net.

Não são scans mas sim, seguido a WotC, cópias feitas ilegalmente na empresa que fez a impressão.
Não têm capa mas a qualidade é excelente.

Claro que há quem acredite que foi a própria WotC que lançou cá para fora os pdf's com o intuito de convencer os indecisos...

:)

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

também simplesmente..

.. fabuloso :)

Hehehhe

Lego Strikes Back!!

Fabuloso!
_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

FNAC

Vi hoje à venda na Fnac do Norte Shopping os 3 Manuais da 4th Edition por 31,46 € cada um.

Em principio deverá haver em todas as outras Fnac's.

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

Terás visto bem, eu já

Terás visto bem, eu já tenho a minha copia do livro e de facto as regras estão bem mais complicadas que antes. Principalmente para um newbie.

Num geral de facto esta edição não me parece nada por aí alem se bem que ainda não tive a oportunidade de por a teste o sistema de jogo. inda gostava de arranjar um grupo para jogar mas agora a nivel de disponibilidades isto anda mau por causa do trabalho visto so ter uma folga (aproveitavel) ao domingo.

A ver se consigo arranjar um grupo na net. Entretanto se conseguir-se arranajr grupos por aí para testar isso digam o que estão a achar do sistema.

"The heavens burned,
The stars cried out,
And under the ashes of infinity,
Hope, scarred and bleeding, breathed its last."

busca busca mata mata

Uma última notícia que já referi noutro post, é que o Rules Compendium já está disponível no D&D Insider, só como motor de busca.

Fate escreveu:
Terás visto bem, eu já tenho a minha copia do livro e de facto as regras estão bem mais complicadas que antes. Principalmente para um newbie.

Sério? Como tentei explicar aqui, o jogo parece-me estar mais simples. Tens alguma questão em particular? Põe aqui no nosso forum.

Citação:
A ver se consigo arranjar um grupo na net. Entretanto se conseguir-se arranajr grupos por aí para testar isso digam o que estão a achar do sistema.

Estamos um bocado distantes no mapa, mas havemos de combinar qualquer coisa para experimentar o D&D Insider quando estiver disponível.